domingo, 29 de abril de 2018

Resumo de Abril 2018

Passei a escovar os dentes após cada refeição. Com isso, a infiltração na obturação parece ter estabilizado. Ou seja, pode esperar. Futuramente, uma avaliação no dentista vai requerer um tratamento de canal, provavelmente. 

Meu fio dental acabou e a limpeza tem sido 80%. Ainda não fiz o teste com o óleo de coco extra-virgem, como fiquei de fazer. 

De volta com a nossa programação normal. 

Deixei de usar desodorante spray por esse mês. Fiz o teste com o leite de magnésia. Dura bastante. 
Também estou evitando o açúcar a partir de agora. Sucos e massas/biscoitos industriais em geral (que contém açúcar invertido).

Tenho sido econômico, mas os cem reais mensais que recebo (mãe) duram apenas uma 15na. 

O concurso que falei mês passado, eu perdi o prazo da isenção. Obviamente, também não quis pagar a inscrição. Deixei passar. 

Tentei seguir a dica de fazer flexão toda vez que bater a baixa autoestima, e até deu certo a primeira vez. Só que não consegui imprimir um padrão de hábito. 

Nos estudos, tive dificuldade de entregar atividades no prazo, e perdi notas. Acho que vou ficar para a quarta prova em duas matérias bestas. Em outras, teve formação de grupos, e fiquei sobrando. 
Para compensar, esperei chegar o fim de semana, sai e comprei oito nutellas no sábado. E no domingo já vendi à oito reais cada. Deu um total de 60 reais limpos. E ainda cabia mais.
 
Mesmo com os 160,00, os gastos superaram a receita do mês e recorri a mais cem. Vamos à tabela de gastos.

Abril 2018
AlimentaçãoR$ 133,31
TransporteR$ 60,15
CréditosR$ 36,00
OutrosR$ 21,05
Despesas do MêsR$ 250,51
Saldo poupançaR$ 0,48

Começo da segunda 15na, choveu tanto que alagou a casa toda. Depois que secou, lama em todo canto. 

Incrível como chegar no colégio, parece que saio de um universo para outro. Me dá um desânimo quando chego em casa e acendo a luz. Dá desgosto — até mesmo largar a bolsa e trocar de roupa parece uma tarefa difícil. 

No campus, compro um misto com cafezinho esperto, agora à 1,70, antes de ir pra aula, isso ilumina um pouco meu humor. Depois, passo no corredor do setor de exatas e encontro uma profusão de alunos e alunas, com suas conversas matinais — provas, festas e bar. Isso faz eu me sentir um pouco igual. Mas só um pouco. 

Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima

sexta-feira, 20 de abril de 2018

BetaMed Pills #03

Nesse offpost: o ômega JPBF deve jogar o social game ou é melhor abraçar futuramente, um modo rica de luxo?

# conversas matinais

No colégio, antes de chegar na sala, atrasado, tomo um cafezinho esperto e passo pelo setor de exatas. Sempre vejo uma profusão de playbas e medianas prime, em suas conversas matinais por ali. Quem pegou, quem largou, provas, barzinho e festas. Sente bem, homem. Faz eu me sentir um pouco burguesinho. Mas só um pouco.

Estou em convívio muito próximo com essa galera da classe média e média alta, a ponto de ouvir as suas conversas, suas rotinas de pegação e diversão. Mas ainda me falta descolar participar dos rolês também.

# fila no ru

Vez que fui de bermuda e chinelo e vi que já estou quase totalmente sem aquela marquinha de havaina típica de pobres. Tinha uma caucasiana de olho claro, NP do sul, na minha frente, na fila, com um amigo da sala dela, alfa altural.
Estilo da NP sulista
Me deixou sem jeito. Ela era pouco menor que eu, mas sem muita diferença prática. Ficou se engraçando, dando intimidade para o cara alto, uma vez que sabe que fazer isso em público na frente de betas, os faz se sentirem mais inferiores. O alfa altural também veio de outro estado e apontou a torre do seu apartamento, na zona sul, que podia ser vista dali de onde estávamos.

# confiança para descolar 

Olho para o meu reflexo na janela. Manlet, bodylet (corpo de criança), voz zuada, autoestima baixíssima. Sei que tenho valor intrínseco baixo no mercado sexual. Mas eu não quero sexo (até gozar). Tô nem aí pra isso. Só quero flertar, ter grupos sociais, fotinhos pro instaxota, pegar amigas baixinhas até 1,60m, burguesar, fazer vídeos para colocar no facebook, enfim. Dar uma lição em antigas desafetas.

Praticar uma arte marcial vai resolver 80% da minha voz e baixa estima. 

Mesmo que para playboys alfas e patys eu seja um lixo ridiculo, não é com eles que vou me comparar. Pelo menos, quero passar a imagem para antigas desafetas que estou mandando muito bem. Só isso já me satisfaz.

# manlet sheipado

Um alfa da minha turma tem 1,68m, mas tem volume corporal, ou seja, presença. Ele faz academia desde adolescente, como é moda entre a playboyzada. Isso significa que ele pegou a fase de crescimento de espessura óssea e da caixa torácica, e talvez eu não tenha tanta mudança significativa depois que entrar na academia lá para os 30. Mas eu me espelho em conseguir 50% disso.

https://youtu.be/TDl-e3n91Cs

O plano permanece o mesmo. Já salvei uns packs de fotos de descolados no meu flickr. Depois de formado, faço até mesmo doze refeições diárias para ganho de volume corporal, aliado à academia, estética, peelings, hidratação + escova para ter um cabelo top, e compro roupas de boy. Depois, reproduzo uma centena de fotos descoladas, o que vai dar meu cartão de visitas para quando NPs me stalkearem para sondar meu VS. Se eu quiser sair em fotos acompanhado, meto pps e escalo amizades em cidadezinhas.

# rivais

Programas e saidinhas todo dia, varias fotos com vagabas se inclinando pra mim, pra esfregar na cara de antigas rivais. Novamente: meu objetivo não é sexo (nao que eu não vá pimbar, mas não é o principal).
Uma parecida com essa aqui.
Escuta uma coisa: as pessoas passam a te respeitar quando você põe o pau na mesa.  Nem com "menina de igreja" é diferente. Já relatei aqui. Não lembram aquela loirinha da mocidade de jovens, que eu cheguei lá, e ela saiu do meu lado e foi pra outra fileira? 

Deve ter nojo de mim, pois é.. Mas deixa eu mostrar sucesso social/sexual no instagram. Vou voltar lá, só pra ver ela gorda ou casada com algum beta cuck e dar uma risadinha irônica, um verdadeiro sorriso pepe.

A outra guria que me deu tapa, a vi outro dia. Está toda moderninha. Tatuagem no braço, estágio no TRE pela manhã, de social, toda itgirl independente, e cursa jornalismo à tarde. 
Uma pseudopatricinha de subúrbio que também sabe jogar.
Esse aí já levo pro lado pessoal. Com essa, eu tenho o DEVER MORAL de sair da miséria e conquistar e mostrar para elas minha fodonice sexual e social, do contrário, ela sairá vitoriosa, "sairá por cima", se é que me entende.

Para finalizar, devo dizer que é o cotidiano miserável que eu levo que me condiciona a ter baixíssima autoestima, mas tudo se resolve e se resume à ter dinheiro. Não é comprando consultoria de charlatões na internet que vou construir um alto valor social, e sim tendo dinheiro para burguesar, bancar social, promover desenvolvimento pessoal e com isso me tornar autoconfiante.

E tenho dito.
Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Série rotina zero - parte 2: início do período básico

Na cartilha recebida na junta de serviço militar eu havia marcado "não quero servir". Mas depois de três entrevistas de emprego fracassadas, eu passei a reconsiderar.

Pesava o fato d'eu querer o dinheiro para investir nas bibocas imundas já fazia dois anos. Meus pais não iriam me financiar nesse projeto. Por outro lado, se eu ficasse em casa moscando, era logo aporrinhado para fazer tarefas domésticas.

Uma pressão velada.

Apenas filhos de classe média, média alta, podem ficar NEETando em casa, fazendo coisas que realmente gosta, da mesma forma que podem entrar numa rotina playba universitário ou paty universitária, ganhando mais de 2 mil reais de mesada, só para aloprar em barzinhos, festas, lazer e viverem "ok" até terminarem a faculdade, com a carteira de trabalho virgem e zero de aporrinhações. 

A questão é que os filhos/filhas das classes A e B não são passa-fome e não precisam trabalhar. Eu estava começando a entender como são as coisas no Brasil.
A entrevista no Giraffas, o gerente tetinha deu uma conversa mole mas é claro que contratou a loirinha alta.

A dinâmica escrota na Americanas, o aluno de direito, com maior volume/presença corporal, deve ter ganhado a simpatia da RH.
A seleção na Ambev tinha muito peão com experiência de pegar no batente. Descobri que o trampo exigia muito esforço de descarregar engradados. Um magro tímido, braços finos, não passava a confiança de que daria conta da rotina pesada.
Depois desses fracassos, ficou claro para mim que um ômega que perdeu a infância e a adolescência, com déficits nutricionais ridículos e sem habilidades sociais desenvolvidas sempre terá mais dificuldades para arrumar emprego, ou renda e, com isso, poder se desenvolver. 

Peguei papel e caneta e comecei a ponderar no soldo do soldado EV. Comparar os prós e os contras. Ver se era a melhor alternativa, apesar dos esporros e humilhações que haveria de passar no batalhão, durante o período básico.
Sendo assim, na entrevista com o Sgt, diferente do que marquei na cartilha, eu falei que queria servir sim. Como é do protocolo, ele fez uma série de perguntas de uma ficha de preenchimento, e depois disso, passei por uma bateria de exames. Como todo mundo.

A confirmação de que eu havia sido selecionado para EV (efetivo variável), veio durante instruções da semana zero - de uma forma peculiar. Mas essa história eu conto no próximo post da série.


Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Como foi o carnaval deste JPBF

O carnaval na orla da zona sul é lotado de burguesinhos.

Vi inúmeras loiras de apartamento e garotões nos inúmeros bares e quiosques cheios ao longo da avenida costeira.

Da janela do ônibus, vi pirralhas tirando selfie no pinga fogo restaurante. Muitos carros SUVs estacionados na rua, prédios e condomínios nos cruzamentos triangulares — como é o padrão naquele bairro burguês efervescente, cheio de luzes e vitrines.

Ver todas essas pessoas bonitas, nascidas em família rica, e genética premium me deixa pra baixo. O candidato sabe como é.
No ônibus, uma novinha vileira disse ao telefone: "eu vou pra o apartamento de um amigo meu, pra esperar a galera aí a gente desce pra festa. Passa lá".

Fico me perguntando como uma vileira daquele naipe, com aquelas roupas, aquele porte magro, vocabulário e tiques de expressão, pode ter acesso à rodas sociais que incluem até boy de apartamento.

Senti duro, tudo isso. É uma coisa que eu preciso compensar.

Na quarta-feira de cinzas, estava chovendo o dia todo. Então pegue um ônibus e fui assistir o jogo no Orla Shopping.

Dessas férias, pode-se dizer que foi o ponto alto. Vida de JPBF não tem muitas novidades. Enquanto isso, colegas da turma fazem mochilão pela Europa.

Por incrível que pareça, não vi muita genética premium naquele lugar. Mas uma loira bem vestida, bem tratada no creme e Iphone na mão (parecendo uma Mel), se destacou.

É interessante. É uma coisa que vou fazer muito. Arrumar NPs (novinhas prime) para burguesar comigo. Tirar fotos pro instagram e zoar nas historys, que é de lei.
Colocar as redes sociais à todo vapor, para esfregar na cara de medianas de outrora.  
Anotações do Modo Social, Fev. 2018.

Entre o intervalo do almoço e uma prova que tive que ir fazer no HU, criei um Tinder pela primeira vez. Já havia um tempo que queria testar o meu VS.

Na volta, depois do jantar e do Real Madrid 1 x 3 Juventus, fui ver o resultado. Nenhum match.

Exclui a conta. Também porque os putos poderiam encontrar (não utilizei fake GPs). O foda é que, olhando as fotos de mulheres, havia centenas de patys e garotas universitárias classe média, com fotos em Paris, e cara de apartamento. Só sendo alfa caucasiano, que faz academia, para ter chance com estas. 
Esse é físico mínimo e barbicha caucasiana que é necessário ter.
Dinheiro para bancar sociais pode compensar com vileiras suburbanas.
Com corpo manlet e raquítico, cara de criança e sem dinheiro para bancar saidinhas e fotos em lugares fodas, eu não tenho nenhuma chance.

O auge físico do homem é aos vinte e cinco anos. Mas eu só vou ter dinheiro, e portanto, condições de bancar uma alimentação regrada + academia lá para os 28 ~30 anos. Para que esse período até a formatura não seja desperdício total, é totalmente indispensável que alguma providência seja tomada.

Mas só vou comprar fogão + geladeira e micro-ondas, e fazer a nova instalação elétrica da casa, depois que juntar pelo menos 10k reais. Tenho estudado um plano para alcançar essa meta, porém ainda não entrei em ação. Pode ser uma coisa bem demorada. Conforme o andamento, relato nos posts do mês.
Não é como se manlets ganhassem o desejo sexual destas gatas universitárias. Mas desde que eu coloque o instagram à todo vapor e bem acompanhado, esfregando sucesso na cara de outroras conhecidas, já estou satisfeito.

A intenção, digo novamente, é fazer o jogo social. Não ter ilusões de ser desejado sexualmente.

"Mas, FA, como vai fazer isso?"

Fazer o jogo social, hoje em dia, é um negócio certo. Há o PPS, há as sugars babies, e mesmo a estratégia das cidadezinhas, onde facilmente é possível descolar amigas ficantes interessadas no status e dinheiro do "senhor feudal" (sic Roger da cidadezinha). Em outras palavras, destacados com um bom carro e emprego, que podem bancar.

Isso, porém, é para depois de formado.

Nesta fase universitário, entram aquelas igrejas de bairro, anteriormente relatadas no blog. Ali posso descolar uma mediana ajeitada, e começar a colocar fotos no instagram. Uma vez por mês, eu banco um social, de uber, para praias de veraneio fora da cidade. Café em padaria, pátio do carrefour, etc e tal. Vou me baseando nesses perfis de urban hipster que encontrar.

Tirar uma selfie em público pode ser algo besta, e a foto provavelmente nem fique tão boa quanto a fonte da inspiração, mas vale a pena forçar. Só cuidar que a mediana em questão se toque que é uma troca de interesses - a foto para catapultar VS, pelo programa grátis. Seria uma bosta gastar dinheiro sem conseguir as tacadas de interesse, por qualquer desculpa que seja. Mas isso é difícil de acontecer. Todas adoram selfies, sair em fotos, etc.

Por hoje, é isso. 

Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima

sexta-feira, 6 de abril de 2018

BetaMed Pills #02

Neste offpost: situações que prejudicam a autoestima, na condição de ômega JPBF frequentando um curso elitizado. 

# Ir de bicicleta para a aula.

Pedalar é saudável, mas em rua livre de um condomínio fechado. 

No trânsito, no meio dos carros, é uma situação cuckoldizante: tenho que guiar com uma direção defensiva, quando chega ali no entrucamento de viaduto, pistas de acesso à escola particular e rotatória da universidade, tendo que ficar sempre atento se os carros imbecis dão ou não a preferência.

O percurso é de 45 min. Sempre chego suado no departamento de biociências. Nem o sol das seis horas da manhã consegue evitar.

Ainda tem que ver se não tem colegas de turma chegando de carro ao mesmo tempo, fresquinho no ar-condicionado, para não dar vergonha. Mesma coisa quando vai pegar a bike - tem que ser na surdina.

Sou o único que anda de bicicleta na universidade? Não. Mas sou um dos poucos com bicicleta de pedreiro, com pintura descascando. Quando eu comprar uma bicicleta Gonew de marcha, o vexame se reduzirá pela metade, mas nada supera ter um carro, em fase universitário. Mesmo que seja um popular.

# Não morar em apartamento

Apartamentolets são puro lulz. Um dia de chuva comfy deve ser observado da janela de um edifício. Alto, com vista para a cidade. Como moro num barraco, sem fogão, geladeira, máquina de lavar roupa, as atividades domésticas dão um pouco mais de trabalho. Alimentação é fora, no geral, porque não tem como conservar.
Outro dia, à noite, eu estava voltando de bicicleta, passei ali num edifício que é perto de uma afiliada da Globo. Na cabine do porteiro, iam entrando uma Stacy JB 1,80m, uns quinze anos, mas vestida como puta paty. Ao lado, um alfinha barba lenhador, ao que parecia ser o irmão.

Realizo que, sendo manlet, é muito difícil que seja aceito no rol dessas pessoas, ainda que ganhe muito dinheiro. Na classe média, é muito comum as mulheres ultrapassarem os 1,70m. Quanto mais essa nova geração atual, cuja prole será o meu alvo.

# Não ter carro

Cena comum: termina a aula, saio do CB e já passo de frente a CT pra pegar minha bicicleta. O CT é lotado de playboys classe média/alta. Logo ao lado, vejo dois, três playboys com altura boa, voz grossa e potente, se dirigindo ao carro, falando de academia e bucetas, marcando rolês ou sei lá o quê. É um contraste torturante, todo dia, saber isso.

De repente, eu me imagino tendo essas rotinas: sair da aula, dirigir carro, apartamento comfy, ambiente familiar, meu próprio quarto, comida de qualidade na geladeira para fazer lanches variados, saudáveis e saborosos... tudo isso dá muita elevação na autoestima. Com essa vida plss.. fica muito fácil ter ânimo para estudar.

# Presenciar colegas putinhas distribuindo carona

Um dia da semana temos aula em outro departamento, cujo estacionamento fica bem de frente. Eu sempre dou um tempo no banheiro, quando termina a aula, ou faço qualquer coisa, que é pros putinhos e patys irem embora na frente. Mas eles sempre ficam se passando, distribuindo as vagas de carona e demoram pra sair dali. 

Como se tivessem prazer em serem vistos. 

Obviamente, quando as patys, em seus carros, dão carona para as outras emergentes e betas, elas se tornam centros sociais de micropanelinhas, e isso é tudo! Atenção social, grupinhos, rotina de "malhação". É claro que elas vão prolongar o momento.

Um certo dia, já ligado no esquema, me demorei uns 10 minutos no banheiro depois da aula. Quando volto pra fora, calmamente, ainda estão os putos saindo nos carros, em grupos, caronas, etc, fazendo o auê de um carro para o outro... Uma merda. 


Há uma putinha gamer patricinha emergente de uma cidadezinha que tem o carro mais acabado da sala. Mas agora, já está de carro novo. Um celta branco brilhante. Vidros abaixados, fez hangloose pra outra patricinha que ia dirigindo outro carro na saída, e disse qualquer merda, ao qual identifiquei a ação de adrenalina e noradrenalina liberadas na corrente sanguínea (tom de voz maior) e ocitocina (olhos levantados).

Era a pura elevação da autoestima.

O up no ego é ainda maior quando tem platéia. Eu, que tive que passar no meio dos carros, na rua. Deve ter dado um gostinho a mais para elas.. PQP!

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"Tá, mas e daí, FA, o que tem a ver tudo isso?"

Em primeiro lugar, um déficit na autoestima provoca um desânimo total para estudar por fora, e até mesmo, comparecer as aulas. Para anestesiar a vida sofrida de ômega, às vezes acabo escolhendo ficar no laboratório, assistindo anime ou série.


Em segundo lugar, é um sentimento de perdas e danos. Se eu for parar pra pensar: praticamente todos da turma, sem exceção, se juntando nos carros fora das aulas, tirando brincadeira um grupo com o outro, e conversas dentro dos carros em si. Me faz pensar que os faz uní-los cada vez mais (no sentindo de ficarem a vontade, entre si) e me isolando/separando ainda mais. Sou como um elemento estranho no recinto. Sempre.

Nesse semestre, duas novas alunas que chegaram da estadual, já estão mais entrosadas do que eu. Rolando abraço depois da prova prática (na minha frente), e tendo toda essa vivência jovem, e a experiência de ser aceito, sentimento de importância, resenhar junto, irem pros lugares, e coisa e tal.

É torturante. Eles estão vivendo.

Obs: No Resumo de Março, um anon veio hatear que "esse blog é um lixo, por não dar dicas e posts voltados para o beta". E é isso mesmo. Eu não faço posts voltados para "betas". Este blog é um diário da rotina e jornada de um ômega (abaixo de beta) em medicina, sob a ótica da minha experiência pessoal.

Em suma, não faço posts do que não "testei" pessoalmente. Por exemplo, eu poderia ensinar como comprar minoxidil da Kirckland, conforme eu li em grupos da internet. Não o faço, porque ainda não o comprei, ou seja, não "testei" a experiência por mim mesmo.

Se você quer saber de minoxidil, e outros hacks para seu desenvolvimento pessoal, procure na internet. Como todo mundo.

Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima