terça-feira, 29 de novembro de 2016

#No-FapDezembro. Prazer vs Satisfação e como o beta pode moderar os extremos sensoriais

Entende-se por extremos sensoriais qualquer atividade inútil ou escapismo que o ômega tanso imundo toma para si como forma de distrair-se, por um momento, de sua realidade medíocre. Mas a busca por prazer não é exclusivamente um recurso betístico, e sim uma programação inerente de todas as pessoas, sendo usada tanto por mulheres (feias, bonitas, ricas ou emergentes) quanto homens (playboys, alfas, pobres ou ridículos). O problema consiste quando esses "prazeres" competem por sua atenção, quando você está concentrado em atividades retornáveis; e mais ainda quando são prejudiciais, lhe jogando num quadro clínico de depressão e acidia/amorfidade.

O extremo sensorial mais prejudicial, e mais comum, é o fap-fap. Mais especificamente a gozada, mas nenhum beta tem disciplina mental para interromper o ato até que se concretize a esporrada (não adianta lutar contra isso). É como um alcoólatra dizer que, dessa vez, vai só beber socialmente. O desejo do ato não vem apenas da libido ─ que no homem é maior pela ação da testosterona ─ mas pela carência de sentir-se o gostoso para as mulheres. Como no mundo real, o beta e o ômega são sumariamente humilhados e rejeitados pela contraparte feminina (muitas delas, com um prazer quase sádico de dar um fora impiedoso em caras comuns, abaixo da média, e que não correspondem aos padrões de altura, físico e beleza masculino, ditados pela sociedade) acontece de JPBFs se fecharem num mundinho particular avesso às relações externas, criando e dando vazão à fetiches os mais diversos.
Quais são os fetiches de vocês? Não precisa dizer. No Xvideos, faço procuras por termos "slow and sensual blowjob", "sexy latina" e vídeos amadores. Neste último faço correlação mais ou menos de como foi minha passada pelo ano concluinte do fundamental, e parte do ensino médio (o primeiro ano). Foi a única fase em que ainda tinha algum social: fazia parte de uma pequena turma, duas meninas que escondiam um interesse platônico por mim, tinha um amigo com quem mais se identificava e era mais ou menos destacado no micro-universo social da escola. Mesclo as lembranças com fantasias, criando um universo na imaginação em que aumento mais minha fodonice da devida época, ao ponto de se equiparar com alfas playboys de vida boa, que tem o pau chupado por duas loiras 10/10 numa suruba no iate em Búzios, num fim de semana de rotina.

Não considero o fap-fap como algo a ser abolido, como consideram os fanáticos fiscais de pau adeptos do no-fap, mas reconheço sim os benefícios de parar com a pornografia por 90 dias, para dar o reboot. Fui criado num meio evangélico e vocês sabem como é a lavagem cerebral desse povo ─ relacionar o ato com "hur dur, pecado". Ora, porra: o ômega já nasce com características genéticas "inferiores" que o colocam em evidente desvantagem no jogo social, sequer pode se aproximar ou manter uma conversa sem o desconforto e olhar de nojo das merdalheres. E ainda querem negar-lhe um prazer/escapismo que é dele com ele mesmo? Diga-se, um escapismo pelo qual os homens de baixo vs, se não se sentem confortáveis com essa sociedade que é só dinheiro e aparência, podem pelo menos se recusar a alimentar o sistema, e financiar a putaria de patys, alfas e todas as mulheres.

Considero prejudicial sim o hábito, mas por razões lógicas, racionais e esclarecidas, o que é bem diferente. Quando termina a gozada, podemos perceber o quão ridículo e superestimado é o sexo. O desejo e até a beleza da mulher desaparece. Só resta uma espécie de depressão pós-porra. O cara fica apático, amorfo, sem ânimo nem para cuidar de si. O cérebro animal, ao que parece, considera que o indivíduo cumpriu com seu papel biológico de espalhar os genes, e daí o organismo entra num estado de acidia por um determinado tempo. É como se tivesse acabado de comer, e não sentisse necessidade de ir à caça, visto que já está satisfeito.

É claro que depende do nível de hormônio de corpo para corpo. Tem quem consiga dar duas, três e ainda sinta-se vigoroso para mais uma. A média geral da população masculina é uma, duas no máximo, precisando de um tempo (umas 12 horas) de recuperação até voltar a acumular a libido. O ponto é que o hormônio da testosterona é tudo. É ele quem regula a libido, a disposição e a pró-atividade, a competitividade, o instinto de guerrear, etc. Homens de baixa testosterona são visivelmente identificados pelas mulheres, o semblante caído, a voz fina, a falta de autoconfiança e trejeitos inseguros inconscientes. Não obstante, também são preteridos pelas merdalheres.
Bater umazinha massa pode ser sedutor à primeira vista, mas leva um custo de prejuízo especialmente para betas e ômegas mal nutridos. São o quê?, meia-hora de alfismo simulado para doze horas ou mais de baixa auto-estima? É evidente que isso não pode se tornar um hábito diário para JPBFs. Quinzenalmente, é até aceitável, sendo que a ideia é manter os níveis de testo/libido regulares; este hormônio da felicidade. Cada um sabe a periodicidade que lhe convém.

Em virtude disso, como experimento, estarei aderindo ao nofap nesse mês de dezembro, final de ano. Contará como projeto, para observar alguma mudança nos níveis de disposição, confiança e receptibilidade também, no sentido de ser mais notado pelas mulheres em ambientes casuais (vamos ver se rola ou se é placebo). Se for o caso eu venho a relatar no final de dezembro, no post de balanço geral de projetos do ano. Mas agora cabe a pergunta: como o JPBF pode moderar a vontade de bater umazinha massa?

A questão é válida e levanta um assunto filosófico interessante, a que eu chamo de satisfação. Prazer por prazer gratuito é quando você apenas consume algo, e podemos listar aí: punheta, vídeos, música, etc. Alguns deles são prejudiciais logo de cara, outros, em excesso também (lembro que a sensação depois de uma maratona de séries e filmes é parecida, mas não igual, ao da DPP. Não chega a ser igual porque não fica indisposto. Muito tempo na internet também chega um momento que enjoa, você fica surfando sem prestar atenção, meio vazio por dentro). O ser humano está sempre buscando por prazer e se afastando da dor, isso é a programação básica do organismo, mas deve haver um balanço entre os dois. Lembro de, na minha rotina de estudos pro ENEM, me permitir umas recompensas: depois de quatro, cinco horas de estudo, eu podia ouvir uma música legal. Isso ajudava na disciplina, ao mesmo tempo em que condicionava o corpo e a mente à incorporar hábitos diferentes (neste caso, úteis).

A satisfação é um prazer diferente que acontece quando você está criando, e não apenas consumindo algo pronto. Pode ser qualquer coisa, desde arte plástica com cerâmica, pintura, etc. Eu escrevo fanfics de séries que gosto, mas não ligo se não recebo comentários para elas. É muito pela sensação de concluir um arco, uma variação inteligente para Justiça Jovem (desenho da DC de altíssima qualidade e bem feito, do qual sou fã), e Jovens Titãs também (vez ou outra).
A satisfação de escrever uma fanfic além de me distrair do tédio, me ajuda a evitar ficar de bobeira e inevitavelmente abrir uma aba de nudes, pensando nas bordoadas da vida de beta pobre rejeitado socialmente e que não faz sucesso em nada. Eu imaginava que, saindo da rotina de estudos Pró-Enem, voltaria dedicado à escrever mais capítulos para uma fic em andamento minha, mas até nisso fracassei. Escrevi três vezes o mesmo capítulo e não gostei do resultado. No momento estou re-assistindo os episódios de Young Justice e YJ: Invasion. A primeira temporada foi a melhor, porque teve mais desenvolvimento das personagens, e é nela que estou tentando me basear para dar uma pegada dinâmica ao arco de história que ando criando. Obviamente a prioridade número 1 de todo JPBF pobre é acumular dinheiro para bancar uns desenvolvimentos básicos (estéticos/físicos/corporais) e é nisso que estou me aplicando. As fics são um hobby secundário que mantenho em tempo livre para, como eu disse, balancear trabalho com diversão, de maneira sadia.

É isso aí. Até a próxima. Forte abraço!

domingo, 27 de novembro de 2016

Desenvolvimento social é apenas dinheiro. A furada das teorias PUAs

"Não saia de casa, bixo. A sociedade é só dinheiro e aparências." Games, Rica
Totalmente verdade. Eu entendo perfeitamente a necessidade betística que JPBFs podem ter de serem valorizados, respeitados e admirados, principalmente por cocotinhas bonitas. É uma carência típica, resultado de anos de privações bucetísticas sociais e humilhações perpetradas por alfas e por patys. O ômega, ou o beta magrelo desengonçado, pobre e sem nenhum atrativo ─ muitas vezes rejeitado socialmente ─ só teve como acompanhar e assistir bem de longe o sucesso alheio, durante os anos de sua adolescência. Aquelas risadinhas e conversas de cocotinhas em grupo, vira e mexe flertando com alfinhas que sempre chegavam autoconfiantes e seguros; o beta, ou ômega, assistia sem poder participar, feito um vira-lata olhando frango de padaria girando naquele treco.

Na infância, o fato de você ter ou não shape, bom emprego e dinheiro, não conta muito. Tanto que no fundamental eu tive sim algumas "pretendentes" (por ser retraído, não cheguei a aproveitá-las). Depois da puberdade, entretanto, o jogo fica muito mais competitivo, e desvantajoso para o JPBF. Submedianas do ego inflado fazem cu doce até para aceitar uma simples solicitação de amizade no facebook, mesmo que você seja evidentemente superior à ela. Por culpa dos manginas, até medianas retardadas de subúrbio acham que merecem alfas faciais, estilo Caio Castro e "boys de Malhação". De modo geral, o jogo fica balanceado contra o JPBF de bem.
Mesmo com isso, passei um ano achando que poderia compensar essas "exigências" e ter alguma necessidade social satisfatória. Hoje não dou uma foda para isso (e vejam só, sumiu a fobia social! Aquele pensamento sabotador de achar que estavam te observando se cometesse gafe). Agora, escrevendo esse texto, percebo também que desenvolver-se para aplicar tentativas de obter social é outra forma de manginagem. Schompenhauer dizia que, onde mais tentamos ostentar alguma virtude, é onde mais carecemos de algo.

Nos idos de 2013/14 cheguei a comprar o curso do Persuasao, pela bagatela de 79 contos. Junto com meu antigo diário social e artigos estilo TypeCafajeste e Manhood101, achava que seria algum tipo de pirocudo-mor, dominando rodinhas e turminhas de jovens. Com "dominar", me refiro a ser o líder, o centro social dela, para onde as atenções, elogios e admirações se dirigiriam. Enfim, mas li o PDF Master em Atração, mal-organizado, compilado de outros PUAs imundos, e já visualizei que era furada. Igual à todos os outros cursos de atração e sedução que você vê por aí. Vou explicar por quê. Acompanhe.

Toda relação sócio-sexual entre homem e mulher já vem acordada implicitamente. Se você tem maior barganha sexual que os outros machos do micro-universo social de uma mediana-alvo, para quê ainda se dar o trabalho de manginá-la? Doutra sorte, nenhuma interação social se criará sem dinheiro para bancar saidinhas, lazer, e entrada em novos micro-universos, como aula de dança, artes, surf, enfim. Hobbys da burguesia média ou alta que, na sociedade, representam símbolos de status. 

Algumas das minhas opções, no caderno de rotina 1, eram vôlei, natação e judô (ou tae kwon do, o que saísse mais barato) e elas poderiam ser aplicadas em SESIS da vida, a fim de não topar com uma galera de nível estético/aquisitivo muito superior. Dessa forma, eu conseguiria ao mesmo tempo expandir meu círculo social de contatos, acumular experiência e, ao mesmo tempo, emplacar fotos no facecú para gerar "valor". Mas cadê o dinheiro para isso?

Via de regra, todas as merdalheres levantam tua ficha pelas redes sociais, se você não tem nenhuma foto, a menos que demonstre outros VS, automaticamente será tachado como fodido na mente delas. E como todas as relações são uma troca de interesses, o que elas poderiam ganhar com um suposto looser pobretão? Por mais que eu "entenda" o lixo dessas vitrines, de alguma forma, elas ajudam a retro-alimentar a roda da dinâmica social.

Mas voltando a pergunta, cadê o dinheiro? Hm? Cadê o dinheiro sobrando para patrocinar saidinhas pra comer carbo-lixo superfaturado em praça de shopping e outros lazeres banais (que as mulheres usam para fazer inveja umas nas outras)? Esse é o ponto. E você não tem como aplicar Kiss Close, Neg, Rebaixamento e elevação de valor, ou salto tripo carpado do cú se não tiver uma reserva sobrando para bancar os hobbys indicadores de status, e posteriormente, as malditas saidinhas imundas. De qualquer forma, não é o papo, não é a atitude, também não é o seu jogo interno que comprará a validação e massagem no ego de merdalheres, e sim o que (de status) você tem a oferecer.
Alunos de medicina sargeando depois de prova de radiologia. Único motivo para bancar o desenrolado social, para ser convidado e se enturmar nessa mesa, e churras fecha-semestre. Observe que tem alfas baby face e patys loirinhas no negócio. Como um beta magrelo poderia ser aceito como igual nessa rodinha? Ponto importante, jogar uma foto dessa mais a legenda, no facecú, me daria muita moral, não acham? 
Mas essas aspirações de socialzinho adolescente agora, ou por agora, não mais me interessam, pois há coisas mais importantes e necessárias com as quais gastar. O desenvolvimento social ainda permanece, claro, como ferramenta para, por exemplo, participar ativamente dentro do entrosamento na futura turma de medicina (sei que ainda não saiu o resultado, mas adiantando). Falo desses churras aí, e barzinhos comemorando fechamento de provas do semestre (o básico para não ser tirado como esquisito isoladão). Como não tenho nenhum interesse em aprovação social dos descolados, alfas e patys, só preciso aproximar-me casualmente dos que tiver maior afinidade de personalidade, ao invés de imitar o extrovertido (coisa que não sou). Assim, evito de ser deixado pra escanteio nos assuntos acadêmicos de interesses ─ coisa que rolou muito no ensino médio.

Forte abraço.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Quando a família chimpa quer atrapalhar os planos de um beta esforçado

Senhores, é incrível como às vezes certas coisas parecem conspirar contra um beta, ou um ômega esforçado, que conhece a real, e que sabe como usar a natureza humana à seu favor. Pense: você é pobre, feio, de genética imunda e sem nenhum tostão no bolso. Enfim, um típico "JPBF" ─ a sigla que está penetrando por todos os cús do Bostil, regiões afora, e se consolidando indiscutível no vocabulário da revolução pobretana. Você foi humilhado e rejeitado por patys e também por pardas medianas de ego estratosférico, durantes anos de sua adolescência. Sentiu-se ridicularizado, comparou sua vida com a de playboys e alfinhas vida boa de condomínio, e viu que era mesmo um merda. Um lixo total. Jamais poderia competir com "boys" da burguesia média/alta (eles, com seus rostos baby-face e completamente estilosos, pautados no fino dos cosméticos e todo o acompanhamento profissional pró-autoestima que o dinheiro pode pagar). Então você se isola, e decide planejar-se para ter uma formação profissional decente, que lhe proporcione uma condição "razoável, pra bom" lá pelos trinta anos; E mesmo quando tudo dá certo, quando tudo está ocorrendo pra encaminhar a vitória, parece que vem umas setas do Universo; como que conspirando para que o pobre fique mais pobre, enquanto o rico mantenha o seu, ou até multiplique ainda mais a distância da desigualdade socio-econômica (pelo qual ele pode se gabar).

É isso, senhores, que veio acontecendo nesses dias. Quer dizer, eu já sabia que seria improvável eu conseguir galgar a pirâmide socio-econômica dessa latrina de país sem ter algum apoio no começo da jornada. Aliás, nenhum dos que estão no topo agora conseguiram o feito sem ter subido nas costas de algum outro, usado de mula: via de regra. Porém eu não imaginava que os próprios da casa estariam dispostos a largar mão de tudo pra se acomodar numa condição "nem pra lá, nem pra cá", e barrando, em primeira instância, meu projeto de subir de condição e esfregar o meu sucesso na cara de algumas peças raras do círculo social antigo e aceito.

A situação é a seguinte: minha mãe quer voltar para Fortaleza, de novo, onde os meus tios, chimpas típicos, estão desperdiçando a aposentadoria da minha vó, com cachaça, parcelas do populixo 99, e engravidando vileiras Msol. Só que, se for por isso, eu ficaria sem suporte aqui para pagar o aluguel e cuidar dos afazeres básicos de casa, enquanto eu me aplico no curso de medicina (preparando o terreno para uma residência, caso eu resolva optar por uma). Já houve até uma briga, dia desses, por conta disso, onde aproveitei para meter umas reais aqui, e depois o clima azedou com o irmão chimpa. A falta de fé deles é perturbadora: sendo que outras vezes eu mostrei a possibilidade de ganho na informalidade. 

Mas o quê que vai ser daqui pra frente? Então, um beta ─ ou JPBF ─ muitas vezes parece não ser favorecido pelo universo, mas eu tenho algumas cartas pra por na mesa. A primeira delas é lançar candidatura para uma bolsa privada, ao qual eu me encaixo nos requisitos, e que parece ser R$1200,00 mensais. Em tempos de crise e cortes no assistencialismo, é meu melhor cenário. A segunda é pedir a bolsa de 400 a que tenho direito pela premiação na OBM, caso eu não consiga outra, tipo a bolsa-permanência ou outra qualquer de 400. É sabido que a concorrência pelo auxílio estudantil é grande, mas eu não quero contar com a da iniciação científica em matemática, porque exigiria de mim uma atenção especial em matérias (cálculo) nada a ver com meu curso. Além disso, independente de qualquer bolsa, eu ando juntando uma reserva vendendo geladinho na porta de banco, e espero acumular uns 1k reais até fevereiro, pelo menos (3k seria o ideal). Ainda com esse dinheiro que eu consiga por minhas próprias mãos, o cenário sem o auxílio de uma bolsa é desanimador: 10 meses de aluguel + água e luz dão cerca de 3,2k, fora a alimentação.  Eu preciso da bolsa estudantil, de todo jeito, ou seja, não estou com 100% do controle dessa situação.
Bolsa Permanência. Até agora, nunca ouvi falar se tem na universidade aqui do Estado, mas será caio dentro se tiver
Mas, tudo isso dando certo, e se for de acontecer a viagem para fortaleza, eu pretendo continuar por aqui. Ocorreu-me de convencer uma tia, que também já mora no mesmo condomínio-vila, a dividir o aluguel, mas não. Eu gostaria de testar minha adaptabilidade à morar sozinho, pois em uma primeira instância, não me parece complicado conciliar as duas coisas. Mas, é isso aí, vamos aguardar o decurso das coisas.

Bem, ok, está aí mais um causo JPBF compartilhado aqui neste blog. Isso serve até como terapia para clarear a mente e pensar com um julgamento acertado, sem se levar pelas emoções (hm, como se um ômega padrão fosse mesmo partir pro tudo ou nada... até parece).


Obs: achei alguns sites interessantes estilo diário do aluno de medicina, que gostaria de compartilhar com vocês. Por quê? Bem, como falei, não sei ainda se vou optar por uma residência médica, mas se for, preciso se o primeiro da sala (até mesmo para pegar uma monitoria no quarto ano). Sei que o pensamento objetivo nosso é "pegar o salário, e usar o status, foda-se o curso, sendo mediano dá pra levar", mas é com ressalva. Com ressalva, eu disse. Agora, lendo o ABCdaMedicina e diários parecidos eu passo a ter uma noção do nível de estudo que terei dentro do curso, técnicas, como se dar bem nas provas (o que é importante, o que não é importante estudar), entre outras ideias que forem me surgindo. Eis o site, não vou colocar link para não direcionar para cá: abcdamedicina (.com.br); o mesmo do vlog Mediários (quem diria, eu já seguia no youtube): alunos de medicina da USP, aplicados, e humildes.

Até a próxima, forte abraço.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Acharei uma ninfeta virgem, apaixonada e fiel na igreja?

Esse tema já foi mais do que debatido nos fóruns da real e a máscara de exceção (que as mulheres evangélicas usam) já caiu “por terra” (haha). Mas, recentemente li um comentário de um anon, em algum blog parceiro ─ não lembro qual ─ em que o nego se impressionava com as loirinhas e ninfetinhas que se encontravam de mãos dadas com betosos, velhotes, homens totalmente incompatíveis física ou financeiramente com o nível de beleza da dondoca. Eu poderia citar aqui o exemplo, seja fake ou não, do Jhon Reese e a sua virgenzinha da igreja, para mostrar que a pose de moralista que elas usam com os betas da igreja, é uma hipócrita fachada. Qualquer santinha muda seus valores com o primeiro cafa endinheirado que a leve para um novo mundo, de luxo e aventuras.

Mas eu digo isso sem a pose de vegeta Clint Eastwood frio, másculo, viril. Pelo contrário, essa real também me abala nas estruturas. O beta é um ser carente, muitas vezes com déficit de relações sociais, não teve suas necessidades interpessoais supridas corretamente na juventude/adolescência. Eu até entendo a aspiração do anon “beta crente” de ser visto com uma ninfetinha loira no micro-universo social “fechado” de uma igreja, lugar onde os varões betosos tenham alguma chance com mulheres de qualidade (que no “mundão” são insanamente disputadas e assediadas por alfas, playboys, ricos, altos, shapes, etc). Não concordo com a parte de casar, e constituir família, entretanto. São outros tempos no mundo.

A parte que eu devo pontuar, até novas ideias, é que essas mocidade de igreja me parece ser o ponto inicial mais adequado para o ômega treinar alguma desenvoltura social. Não as baladas, óbvio, e não as festas e farras universitárias, onde todo cara está tentando alguma peguete, e notadamente por isso não há nada de especial mesmo que você consiga tascar um rolo qualquer com uma mediana. O relato do Reese, provavelmente era em uma igreja protestante, possivelmente a universal ─ porque lá que os jovens são coagidos a “evangelizar” (leia-se buscar mais frequentadores ofertantes). Mas na adventista e demais não tem essa pressão (eu acho) fora que tem uma mocidade mais específica, chamada “os desbravadores”. As vezes acontece uns retiros jovens, que é uma forma a mais de entrosamento.
Eu não entraria numa igreja protestante não mais para fazer um desenvolvimento social, já que como é deduzível, não tenho nenhuma (tenho pouca) experiência nessa área. A verdade é que não há desenvolvimento social sem ter destaque, no caso, mas me refiro ao fato de praticar voz, conversa, praticar reações pré-moldadas para determinadas situações, coisas desse tipo. Só para lembrar, eu nunca tive “moral” quando chegava para entrosar numas panelinhas lá dos irmãos, e podia-se ler a linguagem corporal deles me excluindo. Por que será? Será que agora, aparencendo lá, com o destaque de estudante de medicina o tratamento seria diferente? Talvez, mas pretendo testar esse ponto de vista antes de tirar conclusões. O que eu sei, por experiência, é que na hora do tapa dentro da igreja, a obreira-líder do corpo de jovens não tomou nenhuma providência na hora, sendo que o fato aconteceu na frente dela. Fez de conta que não viu. Quer dizer, o beta ou o ômega, pra sociedade, vale menos que lixo, e não será no meio evangélico que isso irá mudar.

A hipocrisia dos irmãos, a máscara deles, é tão nojenta que preciso deixar um adendo para o “anon crente” que postou o tal comentário dia desses aí. Sim, eu vi, no meio evangélico que frequentava, uma loira jovem, 19 anos, gata e gostosa, facilmente nota 8, casada com um zé com cara de pedreiro e voz fanha, bem abaixo do nível dela. Eles casaram cedo ainda, mas não durou. Ela fazia radiologia médica e não demorou para trocá-lo por um playba da mesma universidade, com uma condição razoável e cursando administração. O divórcio rolou, e ao invés dessa jovem obreira ficar “queimada” lá dentro com o corpo de ministério, as próprias obreiras casadas trintonas, ficaram comentando nas fotos do facebook, apoiando o estilo de vida que essa loira ninfeta agora está levando: com fotos de biquini na piscina, na hilux, viagens, uma postura mais moderninha no maior estilo “olha como sou gostosa”. Claramente as outras obreiras se auto-projetando no conto de fodas da loira ninfeta. Quanto ao zé, agora está namorando a prima da ex, porém uma bem mais submediana.

Sei que é difícil ver um negócio desses e não se decepcionar. Eu já fui apaixonado durante exatos dois meses por uma exótica de traços italianos, virgenzinha exceção da igreja. A ponto de fazer planos (platônico, ainda por cima). Depois fui ver ela de namoro com um boy, classe emergente, com estilo funkeiro largado, nas redes sociais. Não demorei para juntar os pontos e associar o comportamento para outra mediana lá dentro, realmente sem experiência com o sexo oposto, mas posso imaginar o que um Jhon Reese conseguiria com essa santa.
Os evangélicos deveriam ser os primeiro a dar o exemplo, teoricamente. Mas o que ando notando é que são mesmo outros tempos. E mesmo que a filha seja criada num lar bem rígido e conservador, é difícil não se contaminar com a influência “dazamigas” e modernices das novelas da Globo. A engenharia social está feita e está aí. São tempos interessantes no mundo (infelizmente ainda tem muito CSP) mas o primeiro passo para a degeneraçao está dado.

Sendo assim, a única utilidade do convívio em igreja é mesmo a prática de alguma socialização graduada, a fim de comprovar algumas demarcações. Pode ser que também sirva para network, mas a maioria dos “ricos” de igreja são empreendedores que se deram bem em vendas, os chamados “novos ricos”, gente sem nenhuma cultura, ou curso superior (não serve pra estabelecer Netwoork, a princípio). Namoros devem ser sumariamente evitados, pois é comum rolar pressão do pastor e famílias para casar logo, assim que a filha enconsta com algum trouxa, vale avisar.



Até a próxima.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O estilo de vida que eu queria ter em 2016

Ocorreu-me de achar um tempo, depois da mudança, para pegar os cadernos das R.I e refletir sobre o estilo de vida que eu havia “planejado” ter, lá nos idos de 2014 (ou 2013, não sei). Felizmente, de lá para cá, aconteceu muita “mudança”, no sentido de amadurecimento do pensamento. Antigas obsessões, que antes pareciam importantes, agora me são apenas como um desejo que pode ser legal, sob ressalva, mas também um desejo não-necessário. Talvez depois eu faça um post explicando como o epicurismo vem me ajudando com algumas neuroses minhas. Mas, no momento, o resumo é que eu pude ler aquelas divagações, nos cadernos, contemplando com uma certa nostalgia os devaneios de um ômega introvertido. 

Devo dizer que em momento nenhum me senti em falta por ter fracassado miseravelmente em implantar, este ano, aquilo que passei a chamar “rotinas interessantes 1 e 2”. A nostalgia, neste caso, veio do fato d’eu me lembrar que alimentei esse plano noites e noites, muitas vezes, madrugada adentro, lá no serviço, com exercícios de mentalização ─ que é quando você pensa repetidamente em um desejo para o poder materializar na realidade. (Eu passei por uma fase de estudar esoterismo/magicismo em 2015, quem sabe depois eu conte mais detalhes sobre isso noutro post). Como já falei antes, trabalhei durante um ano a fim de juntar 10k para as bibocas. 

Essas mentalizações também incluíam sentir as emoções como se as estivesse vivenciando de verdade. Tais como o senso de importância, por exemplo; a emoção de ser notado e desejado pelas mulheres; de liderar a turminha “cool”; da autoconfiança e autoestima elevadas pelo brilho do novo, etc. Podemos falar que isso era a ”visualização”. Mas, mesmo em pensamento, a visualização é uma sensação quase viciante ─ a fronteira entre imaginação e realidade é uma linha tênue. Cheguei a mentalizar que obteria o alfismo financeiro em 10 meses, a partir da estréia da bibocagem, seguindo sempre a lógica de reaplicar o faturamento no investimento inicial, até completar uma renda de 15k a.m. Se você me perguntar se não é muito longe da realidade, conseguir um faturamente de 15k mensais, com bibocas, e ainda mais no Bostil, a minha resposta ─ falando pela minha experiência, de ter metido a cara ─ é de que sim, é longe da MINHA REALIDADE. Mas para quem já tem capital acumulado, para quem tem uma estrutura foda por trás, eu creio que não é tão fantasioso.

Do dinheiro obtido, a parte que não fosse para o aporte, seria aplicada em upgrades pessoais interessantes. Alguns deles, hoje, eu vejo como soberba supérflua. É o caso das roupas importadas, de dois em dois meses, direto do catálogo da Arbercrombie, Holister, Aeropostale, num esquema de… shipping (...acho que o nome é esse. Eu vi nesses sites aí que oferecem cursos de importação). Outros projetos, no entanto, de um certo ângulo, me parecem saudáveis porque oferecem o engajamento.

Considero de boa utilidade o JPBF padrão ficar engajando em alguma atividade como forma de adquirir ou desenvolver habilidades. Isso gera satisfação, que é um prazer diferente do prazer gratuito propiciado por extremos sensoriais que o beta se dá como escapismo para esquecer sua vida de merda. 

Ainda no exemplo das roupas, uma necessidade de socialização pautada em uso de long-sleeves, hodies, boné, relógio e outros itens “de marca”, só demonstra um baixo senso de valor (baixo SDV, como diz no PDF do Rafael BC ─ depois conto como foi que adquiri essa merda e o quanto não vale a pena). Mas na minha mente, a tal rotina interessante, integraria uma expansão social nessas “mocidade” de igreja adventista, a fim de amigar (das meninas, principalmente, a fim de obter aprovação social), e de engatar um almoço fora na sequência. Pela tarde, algum lazer: no bosque, na orla da praia (ocasionalmente tirando fotos estratégicas em pontos nobres, frequentados pela alta burquesia). Bem, acho que isso resume como eu pensava que seria meu alto estilo de vida em 2016. Havia também a ideia de ter aulas de violão e guitarra, curso de natação e alguma arte marcial (na época, judô) como forma de condicionar um comportamento dominante alfa. Não vou citar ainda quais eram os projetos, porque falarei mais sobre eles no balanço do ano.
Muito dessa busca por aprovação social ─ aprovação social baseada numa puta estrutura de playboy de vida feita, diga-se ─ veio depois do “tapa”. Parece que é uma sina todo JPBF seguir um roteiro em que ele passa por alguma humilhação épica destruidora de autoestima em algum ponto de sua adolescência/juventude. Depois daquele ridículo episódio, já relatado aqui no blog, começaria uma espécie de “guerra fria” entre eu e a pseudo-patricinha do subúrbio ─ cada um tentando mostrar ter uma vida mais cool e agitada do que o outro.

Agora, ao som de Black Baloon (The Kills), arquivo novamente o caderno de RI na prateleira da estante. Não por acaso, The Kills era uma das bandas que eu ouvia na volta do trabalho, à noite, quando tocava no canal Indie do saudoso MixRadio. Embora, como eu falei, haja esse amadurecimento de ideias, tem  algumas coisas que se salvam nessas anotações. A saber, o condicionamento dominante por meio de esportes e lutas de contato, e as aulas de violão/guitarra, tanto como alavancagem social, quanto aprendizado de novas habilidades. O que muda é a forma de uso.

De maneira geral, o ômega, aquele está numa escala ainda mais abaixo do que o beta, deve buscar se desenvolver física, financeira e socialmente. No âmbito social, no entanto, é melhor o “ômega em ascenção” atuar como coadjuvante do que tentar botar a banca de alfa-mor à força. As melhores demonstrações de superioridade no jogo social são aquelas sutis. Doutra sorte, evita-se de expor uma fraqueza do ego, e deixar que a usem de volta contra você. Entender isso é o primeiro passo para criar uma máscara política que lhe permite ser bem relacionado com playbas, patys e betas.

Forte abraço

sábado, 19 de novembro de 2016

Pontos fortes da minha preparação para o ENEM; +Playlist massa

Eu tenho que dizer que estou gostando de morar num apê alugado, onde fico sozinho parte do dia, quando a mãe sai para trabalhar e o  irmão vai pra escola. Silêncio reina absoluto, e tranquilidade também. 

Trato sempre de manter portas e janelas fechadas, passeio pela casa, mexo na net e rio sozinho com meus autismos. Ontem liguei a T|V, mas depois que terminou o JN, veio uma novela (StoryRock).

Eu estou me adaptando, a ressaca do ENEM, as mudanças. 

Decidi comentar hoje sobre os pontos altos de como foi minha preparação para o ENEM. Quero contar os erros e os acertos, e por meio da minha experiência, dar um norte aos vestibulandos.

Primeiramente, eu fiquei de contar o número de acertos oficial. Foram: 37 Humanas, 33 Natureza. 29 Linguagens (1 a mais!), 37 Matemática. Total 136 acertos, estou a depender da redação para passar nas cotas! Uma redação que escrevi muito bem

Eu poderia ter acertado ainda mais e tirado pelo menos 150 acertos, com 5 de humanas, 6 de natureza e as sete de matemática que saíram no chute por falta de tempo, mas que eu saberia fazer sem a pressa. Linguagens eu nem ouso dizer nada, porque até os professores deram respostas diferentes, de acordo com a interpretação daqueles textos. Esse ano, Linguagens foi mesmo... peculiar.

Agora vou contar como foi a minha preparação para o ENEM. "Qual melhor maneira de estudar?". Livros? Sites? Video-aulas? Geekie Games? Cursinho? 

Nos idos de agosto, eu resolvi melhorar meu nível em Humanas. Comprei um livro de história volume único muito bom, da Harbras, em um sebo no centro da cidade (22 conto). Mas não cheguei a estudar com ele. 

Eu ainda vi primeiro e segundo reinado, além de algumas leituras por alto de república da espada. Só isso. 

Não me dei com ele porque era muita leitura, tinha quadros complementares, questões sobre a leitura, e testes e mais testes de vestibulares. 

Física: eu comecei com um do Bonjornos volume único, também muito bom, na biblioteca do Salesiano. O problema, a meu ver, era o incômodo do deslocamento para o almoço, num bandejão à vinte minutos (bicicleta) do colégio. E isso num sol quente de rachar ao meio dia. Eu chegava todo suado. 

Nessa fase, eu estudei tudo de Física 1 - Mecânica, e anotando tudo no caderno, com alguns exercícios de vestibulares. Dessa vez deu certo com o livro.
Mesmo assim, foi um avanço lento, à um capítulo por dia.

Com Química, dessa vez eu fiquei na biblioteca da universidade, à menos de cinco minutos do bandejão. Estudei por um livro muito bom, Química Geral volume único, do Sardella, e também anotando o de importante no caderno. 

Faltando menos de dois meses fui achar uma biblioteca pública do lado do bandejão. Facilitou muito. Era só estudo, pausa, almoço, retoma. Foi o melhor quadro adaptado à minha rotina. 

Nessa biblioteca pública eu encontrei uma série de livros SESI-educa, voltada para EJA. Eles tem todos os assuntos que mais importam pro ENEM, abordados de modo direto e simples, com bônus de vir com gabarito das questões discursivas. 
Química e Biologia, igualmente, aprendi muito mais com esses livros do SESI. 

Na matéria de Humanas, eu consegui uma boa evolução com o material SESI-Educa escrevendo resumos em forma de redação. Com isso, aproveitava para praticar a escrita até o dia da prova, visto que eu não estava em condições de ficar perdendo tempo com "tantas redações por dia e tal". Assim, eu peguei o molde daquela redação que eu postei aqui no blog, sobre publicidade infantil, e começava a escrever no modelo. 

Evernote e Onenote me acompanharam (mais o Onenote) supervisionando meu avanço, em forma de "diário" e relatórios de conteúdo e simulados (acertos x tempo). 
Diário, atas do dia e considerações pessoais. Uma conversa de mim para eu mesmo
Conteúdos estudados das apostilas Bernoulli, Harbras, Bonjornos e Sardella. À esquerda, seções de relatórios dos simulados e anotações do Geekie Games
Exemplo de relatório de simulado. Divisão em três parciais de quinze, e marcação de tempo. O sinal de check significa "Inglês perfeito 5/5". 
Boa, acho que isso completa o tour. Em resumo, da minha experiência, o que eu acredito que foram os pontos fortes:
  • Resumos em forma de redação dos assuntos de História do Brasil, lidas toda noite;
  • O material do Sesi-Educa EJA; e
  • O programa de apostilas Bernoulli, mesclando assuntos de 1, 2 e 3 ano, gradual
Fuja de:
  • Estudar tudo pelo livro didático, do nível 1 ao nível 3 (é muita coisa que nem cai no ENEM). Apenas foquem nos assuntos "hard" separados, e façam exercícios modelo);
  • Estudar em casa (a menos que seja um playboy vida boa, com empregada fazendo o almoço e cuidando da casa toda, enquanto você fica de cueca socado no quarto, tomando ritalina);
  • Fazer todos os exercícios (faça apenas exercícios modelos, e fuja das listas imensas de vestibas insanos que compartilham por aí. ENEM não é ITA)

E, o principal de tudo: praticar os simulados. Nada mais importante do que se acostumar com as questões "estilo ENEM" que foca em textos e assuntos contextualizados no dia a dia.



Para finalizar, essa foi a playlist massa que me acompanhou nessa saga. Achei que seria interessante compartilhar também.

Forte abraço. Até a próxima.

Pontos fortes da minha preparação para o ENEM; +Playlist massa

Bad feels massa nessa noite de sexta, bixo. Eu tenho que dizer que estou gostando de morar num apê alugado, onde fico sozinho parte do dia, quando a mãe sai para trabalhar e o  irmão vai pra escola. Silêncio reina absoluto, e tranquilidade também. Trato sempre de manter portas e janelas fechadas, passeio pela casa, mexo na net e rio sozinho com as palhaçadas JPBFs. Ontem liguei a T|V, mas depois que terminou o JN, veio uma novela (StoryRock, karalho! Nunca nem ouvi falar) cujos atores ─ alfas físicos altos, alfas faciais e vidas boas ─ me deu uma raiva que eu quase jogava a tela no lixo. O IDH do Rio de Bosteiro da Globo é o maior do mundo, só perde pra Suécia.

Bem... olá, como vai você? Tudo bem, tudo favorável? Eu estou me adaptando, a ressaca do ENEM, as mudanças... Até a virada do ano, vou tentar não acessar Xvídeos. Tá pertinho, estamos em novembro ─ a propósito, teremos um post, final do ano, contando o relatório dos planos e objetivos de 2016: o que deu certo, o que fracassou, e o que passou longe do que eu tinha planejado... Por hora, tenho que começar a vender geladinho na porta de banco. E já ando providenciando. 

Eu sei que tem muitos temas para escrever sobre esta sina JPBF, mas indo nessa onda de "feels", decidi comentar hoje sobre os pontos altos de como foi minha preparação para o ENEM. Quero contar os erros e os acertos, e por meio da minha experiência, dar um norte aos vestibulandos JPBFs, principalmente aqueles que estão iniciando a temporada 2017.

Primeiramente, eu fiquei de contar o número de acertos oficial de acordo com o gabarito do INEP, lembram? Mas não foi muito diferente do que já vimos com as resoluções do Descomplica. Oficialmente, foram: 37 Humanas, 33 Natureza. 29 Linguagens (1 a mais!), 37 Matemática. Total 136 acertos, estou a depender da redação para passar nas cotas! Uma redação que escrevi muito bem, só vacilei nos pronomes "nosso" que usei em "nossa constituição" e "nossa nação", felizmente nas introdução e conclusão ─ que não tira ponto. Acho que pelo menos uns 800.0 eu consigo.

Foi um ano válido de estudos, porque eu poderia ter acertado ainda mais e tirado pelo menos 150 acertos, com 5 de humanas, 6 de natureza e as sete de matemática que saíram no chute por falta de tempo, mas que eu saberia fazer sem a pressa. Linguagens eu nem ouso dizer nada, porque até os professores deram respostas diferentes, de acordo com a interpretação daqueles textos. Esse ano, Linguagens foi mesmo... peculiar.

Agora vou contar como foi a minha preparação para o ENEM, que sirva de experiência para vocês ─ que devem estar se perguntando: "qual melhor maneira de estudar?". Livros? Sites? Video-aulas? Geekie Games? Cursinho? 

Bem, para começar, logo no início, idos de agosto, eu resolvi melhorar meu nível em Humanas. Comprei um livro de história volume único muito bom, da Harbras, em um sebo no centro da cidade (22 conto). Mas não cheguei a estudar quase nada com ele! Eu ainda vi primeiro e segundo reinado, além de algumas leituras por alto de república da espada. Só isso. Por que eu não me dei com ele? Bem... era muita leitura, tinha quadros complementares, questões sobre a leitura, e testes e mais testes de vestibulares porreta... Para se ter uma ideia, eu estava avançando à um capítulo por dia! Às vezes menos que isso ─ e o ENEM faltando 3 meses e meio, sendo que ainda tinha para estudar Química, Física e Biologia. Tive que mudar a rotina.

Física: eu comecei com um do Bonjornos volume único, também muito bom, na biblioteca do Salesiano. O problema, a meu ver, era o incômodo do deslocamento para o almoço, num bandejão à vinte minutos (bicicleta) do colégio. E isso num sol quente de rachar ao meio dia. Eu chegava todo suado, pelo sebosa de genética ômega, cabelo ruim desmanchado pelo vento... E logo no toque de entrar um pelotão de patricinhas colegiais tratadas no creme e playboys atléticos de condomínio! Uma clássica humilhação JPBFística à que estamos acostumados, não é verdade? Felizmente era chegar e correr direto pro vestuário ─ tomasse um banho, ficava mais "apresentável". Nessa fase, eu estudei tudo de Física 1 - Mecânica, e anotando tudo no caderno, com alguns exercícios de vestibulares. Dessa vez deu certo com o livro, porém, apenas por se tratar de uma matéria exata ─ que envolve cálculos. Veja bem, se tiver cálculos, você só internaliza praticando. Mas se for decoreba, a simples leitura resumo dá conta.
Mesmo assim, foi um avanço lento, à um capítulo por dia, sendo que faltava dar atenção especial à química. E também, pelo fator deslocamento, eu optei por repensar nova estratégia.

Com Química, dessa vez eu fiquei na biblioteca da universidade, à menos de cinco minutos do bandejão. Estudei por um livro muito bom, Química Geral volume único, do Sardella, e também anotando o de importante no caderno. Meu erro, nesse momento, foi querer se tornar especialista, revendo todo o conteúdo do ensino médio. Dessa forma, eu estudei muita coisa que, às vezes, nem cai no ENEM. Orbitais eletrônicos, modelos atômicos clássicos, entre outros. Seria um acerto se focasse incisivo naquilo que o ENEM mais cobra, todo ano: funções orgânicas, isomeria, reações, polímeros, eletroquímica, etc. (fiquem ligado vocês que vão fazer a prova: atenção especial nessa porra).

Todo esse tempo estudando barbitúricos acabaria me tirando um projeto de refazer, como simulado, todas as provas ENEM anteriores, desde 1998. Quando me liguei, só deu para rever de 2010 pra cá, as mais atuais.

Foi então, faltando menos de dois meses que fui achar uma biblioteca pública do lado do bandejão, porra! Facilitou muito. Era só estudo, pausa, almoço, retoma. Foi o melhor quadro adaptado à minha rotina. Minha dica é: se tiverem vizinhos chimpa, jamais fiquem de estudar em casa. E mesmo que não tenham, procure uma biblioteca. A mente fica menor propensa a distração.

Nessa biblioteca pública eu encontrei uma série de livros SESI-educa, voltada para EJA. Eles tem todos os assuntos que mais importam pro ENEM, abordados de modo direto e simples, com bônus de vir com gabarito das questões discursivas. O avanço que dei ali foi sem comparação. De cara, história 3 (que tem os assuntos contemporâneos) escrevi resumos no notebook em uma semana, à 4, 5 capítulos por dia. Só não foi mais rápido por causa que ela (biblioteca) não abria no sábado. Mas aí eu focava nas apostilas Bernoulli.
Química e Biologia, igualmente, aprendi muito mais com esses livros do SESI. Como eu sei que deve ser bem difícil achá-los por aí, tentem igualmente as apostilas bernoulli porque elas tem uma divisão do conteúdo focado em frentes: assim, mesmo na apostila 1, vemos assuntos do 3 ano, de cara. É importante que você, candidato do ENEM, comece a estudar sempre pelos assuntos do nível 3, e do mais difícil. Evite estudar nível 1, e assuntos fáceis que você já domina ─ prefira apenas revisá-los.

Vou disponibilizar para download o link das apostilas Bernoulli V6 no grupo JPBF-Med, mas também pode-se achar no Google.

Na matéria de Humanas, eu consegui uma boa evolução com o material SESI-Educa escrevendo resumos em forma de redação. Com isso, aproveitava para praticar a escrita até o dia da prova, visto que eu não estava em condições de ficar perdendo tempo com "tantas redações por dia e tal". Assim, eu peguei o molde daquela redação que eu postei aqui no blog, sobre publicidade infantil, e começava a escrever no modelo. Imperialismo: "tal e tal, revolução industrial, procura de novos mercados e foi uma das causas do imperialismo". JK "tal e tal, neoliberalismo, e foi uma das causas da desigualdade social NE/SE". Desse jeito, praticava dois em um: redação e o domínio de humanas.

Para lembrar desses resumos, eu copiei-os e fiz eles de posts aqui no blog. Não sei se alguém percebeu, porque ficaram no ar só o necessário para eu salvar como página no Ópera-Mini do celular. Mas ainda tenho-os como rascunho salvos. Então, quem quiser, quem sabe eu libere novamente em Setembro (em 2017, o ENEM é em outubro, visto que não tem eleições) para leitura. Também adaptei a estratégia de resumos rápidos para Biologia, e salvei as cópias no meu Onenote (o Evernote, no caso, eu tenho o plano básico, que não disponibiliza offline, mas o da Microsoft é completo). Daí, toda noite, fazia uma leitura rápida para internalizar o decoreba, de modo acertado.

Evernote e Onenote me acompanharam (mais o Onenote) supervisionando meu avanço, em forma de "diário" e relatórios de conteúdo e simulados (acertos x tempo). Recomendo como forma de se "policiar" e ver o seu andamento de forma ampla. Vejam modelos.
Diário, atas do dia e considerações pessoais. Uma conversa de mim para eu mesmo
Conteúdos estudados das apostilas Bernoulli, Harbras, Bonjornos e Sardella. À esquerda, seções de relatórios dos simulados e anotações do Geekie Games
Exemplo de relatório de simulado. Divisão em três parciais de quinze, e marcação de tempo. O sinal de check significa "Inglês perfeito 5/5". 
Boa, acho que isso completa o tour. Em resumo, da minha experiência, o que eu acredito que foram os pontos fortes:
  • Resumos em forma de redação dos assuntos de História do Brasil, lidas toda noite;
  • O material do Sesi-Educa EJA; e
  • O programa de apostilas Bernoulli, mesclando assuntos de 1, 2 e 3 ano, gradual
Fuja de:

  • Estudar tudo pelo livro didático, do nível 1 ao nível 3 (é muita coisa que nem cai no ENEM). Apenas foquem nos assuntos "hard" separados, e façam exercícios modelo);
  • Estudar em casa (a menos que seja um playboy vida boa, com empregada fazendo o almoço e cuidando da casa toda, enquanto você fica de cueca socado no quarto, tomando ritalina);
  • Fazer todos os exercícios (faça apenas exercícios modelos, e fuja das listas imensas de vestibas insanos que compartilham por aí. ENEM não é ITA)

E, o principal de tudo: praticar os simulados. Nada mais importante do que se acostumar com as questões "estilo ENEM" que foca em textos e assuntos contextualizados no dia a dia.



Para finalizar, essa foi a playlist massa que me acompanhou nessa saga durante o foco no ENEM. Achei que seria interessante compartilhar também.

Boa sorte aos JPBFs em 2017. Eu também, se não passar dessa vez, volto ainda mais forte à rotina de estudos, seguindo as dicas. Quem quiser, compartilhem por alto suas experiências das rotinas de estudos: quais foram seus acertos, erros, aprendizados, e como estarão se preparando para a temporada de 2017.

Forte abraço. Até a próxima.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

A nova despesa do aluguel

Ficar de boa estudando para o ENEM me custou gastos. Não posso iniciar a temporada 2017 sem trabalhar pelo menos durante esse próximo trimestre. 

Ao final da brincadeira do vestibulando, me sobrou um pouco menos do que eu pensava, seguindo a previsão dos meus cálculos (pois tenho tudo anotado nas planilhas do Office). Agora terei que levantar uma grana na informalidade como reserva de emergência.

Se passar em medicina em janeiro, logo no primeiro ano terei que desembolsar duzentos temers golpistas para jaleco, camisa e etc.

No entanto, esse mês surgiu mais uma despesa que já era esperada. Passei a morar de aluguel. 

Pela primeira vez, moro num apê com certas vantagens. De longe, o melhor que se poderia encontrar. Preço modesto (275,00), dentro de um misto de vila com condomínio. Por fora, é uma casa com portão, e dentro uma vila azulejada com vasos de plantas, e casas populares de ambos os lados.
As casas daqui, o dia todo, estão sempre na sombra. Cada casa tem sua caixa d'água. De modo geral, um local tranquilo, com ótimo custo-benefício. 

Forte abraço.

A procura de uma renda simples para um pobretão pagar a nova despesa do aluguel

Ficar de boa estudando para o ENEM me custou uma parcela da minha reserva de emergência, de modo que eu não posso iniciar a temporada 2017 sem trabalhar pelo menos durante esse próximo trimestre. Ao final da brincadeira do vestibulando, me sobrou um pouco menos do que eu pensava, seguindo a previsão dos meus cálculos (pois tenho tudo anotado nas planilhas do Office). E eu que achei o máximo bancar o mauricinho que não precisa trabalhar, enquanto estudava e olhava as caras de sofredor dos assalariados nos pontos de ônibus à noite na volta pra casa, agora terei que levantar uma grana na informalidade para jogar na poupança, como reserva de emergência. Eu já falei que, se passar em medicina em janeiro, logo no primeiro ano terei que desembolsar duzentos temers golpistas para um livro de anatomia sistemática que me foge o nome agora, mas provavelmente tem em qualquer site ou canal dessas youtubers calouras que ficam mostrando o curso de medicina por dentro.

Eu também já contei aqui, os gastos e a socialização graduada que eu poderia aplicar mesmo com uma renda modesta. E minha proposta é algo mesmo formidável, visto que com menos de um salário mínimo você pode se desenvolver socialmente e aportar um bocado. Eis o link do post: como viver o modo JPBF defensivo way of life apropriadamente.

No entanto, e ainda assim, esse mês surgiu uma novidade que já era esperada. Passei a morar de aluguel, pela primeira vez, num apê com certas vantagens. De longe, o melhor que se poderia encontrar. Preço modesto (275), dentro de um misto de vila com condomínio (por fora, é uma casa com portão, e dentro segue um bequinho azulejado com vasos de plantas, e casas populares de ambos os lados). Por essa característica, todas as casas daqui, o dia todo, estão sempre na sombra. Há pouco contato com chimpas bostileiros externos (barulho, mesas de cerveja na rua e som tosco) embora em momentos esparsos os chimpas internos façam suas cenas. Do contexto geral, local tranquilo, com ótimo custo-benefício.

No entanto, de qualquer forma, aluguel é aluguel, e o dinheiro gasto compromete minha proposta inicial do JPBF defensivo way of life. Para se ter uma ideia, sem contar o aporte, 275 conto já bancava: violão, natação, estética com naturais e IF entretenimento, mensais, segundo a estimativa de socialização graduada. Toda esse desperdício de obrigação acaba esmorecendo a possibilidade de acumular capital social neste momento. Sem falar de que preciso aportar 1k até o início das aulas (para bancar jaleco, camisas, livros, alimentação, etc). Preciso pesar na balança: este é o momento certo de socializar? Ou devo continuar fechadão com o modo rica JPBF, aportando tudo?  
Pois bem, eu vejo três opções primordiais no momento: acumular capital social (treino de voz e violão, natação, etc) aproveitando também para usar a camisa do curso; acumular capital físico (ganho de massa magra, para ter algum respeito mínimo quando começar o curso, e não contrastar dos playbas altos, bem alimentados de medicina); ou aportar tudo tacando o foda-se e continuando no modo rica.

Cada uma dessas opções me traz vantagens à custo financeiro, ou nenhuma vantagem compensada com uma poupança bem alimentada, de modo que a escolhida vem a ser uma mescla equilibrada das três. O capital social seria a de maior tentação, visto que proporciona uma rotina interessante (que o torna interessante para as cocotinhas, podendo ser um alfa social ─ no sentido de ser um tanso imundo meio “popular”). Para mim, que nunca tive algo do tipo, eu começaria com aulas de voz/violão e prática de natação, jogando umas fotos em locais estratégicos no facecú, vídeos covers-lixo do The Kooks, e voltando ao micro-universo antigo e aceito. Seria dukaralho, ainda mais com a camisa de medicina!, exceto o fato de que me custaria uma certa grana. Quem sabe, se eu conseguir uma bolsa na universidade, eu volte a estudar a viabilidade do projeto.

O capital físico, não preciso nem dizer: não adianta começar uma dieta de ganho de massa, suplementos, o karalho, e ter de parar no meio do trajeto, seja por falta de tempo ou apertos financeiros. Por enquanto, nada a fazer.

Sobra o modo rica. Ahh… modo rica! Só o modo rica salva! Nessa escolha, eu instalaria uma internet rádio vagabunda no apê, coisa de 60 reais, e ficaria de boa. Quando não quisesse mais trabalhar (uma das coisas pelas quais prefiro informalidade à CLT, é a possibilidade de fazer meus horários, fazer o que eu quiser, sem ter idiotas supervisionando), voltava pra casa, tomava um banho, relaxava no PC ─ direto pros filmes torrent, spotify, besteiras no youtube, xvideos não porque tô com uma meta de acumular energia sexual até a virada do ano, e, claro, ler minhas fanfics. Em suma, paz e tranquilidade, coçando o saco, longe dos olhos dessa sociedade julgadora hipergâmica.
Dessa forma, fica claro, portanto, que ainda não é a hora certa de sair do modo zumbi way of life. Não é hora de socializar com macacos bostileiros dessa sociedade. Mas não há nenhum problema, o modo zumbi JPBF é ainda mais seguro, uma vez que não depositamos expectativas, nem gastos, na aprovação externa. Durante o decorrer desse pŕoximo trimestre, então, a paixão será por arrumar dinheiro e o depositar íntegro na poupança. Observe, ainda, que tal racionalização é necessária para que um dado JPBF ômega possa refletir prudentemente sobre qual é a a prioridade de suas aquisições, ainda mais depois de arcar com alguma responsabilidade.

Forte abraço!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Beleza e poder andam lado a lado

Já tem algum tempo que eu gostaria de compartilhar essa reflexão, mas não encontrava o insight. Agora, circundado essas ruas sombreadas, encontrei uma crônica-partícula que novamente trouxe á tona o tema pertinente. Pois bem.

Flagrei uma loirinha caucasiana do subúrbio, com dois betosos, e uma morena de nariz fino, garboso, um quarteto de mirins da Assembleia, tendo cada um por volta dos quinze anos. Eles se dirigiam para a igreja, um desses cultos mocidade, conversavam entre si, riam (a loira liderava a rodinha, como se exigisse atenção que ela supunha merecer). Infelizmente eu não tive isso na minha adolescência (no sentido de andar em turminhas, com mulheres, flertar, sargear, sair, se divertir, etc). Agora, quero compensar quando adulto, estabilizado, ou gradualmente conforme ao poucos eu acumule status social e poderio financeiro.

Enquanto eu escrevo isso, olho para meu corpo: no momento, eu sou um beta franzino, baixo, cabelo ondulado, sem assunto interessante pois não vivo uma vida interessante, enfim, um ômega sem nenhum destaque que não impõe nenhum respeito. Aos poucos, vou acumulando patrimônio para financiar o desenvolvimento de modo a galgar destaque. Não tem imundos ala ConservadorNaoMangina que gastam salário mínimo para comprar bombas e suplementos e, por meio de academias lixosas de bairros satélite, conseguem melhorias? Por que não nós ─  ômegas, JPBFs? Veja que o fundamental é ter acesso ao fino da nutrição e dos alimentos, apenas isso. Infelizmente para um pobretão como eu, tal ainda não é realidade. E daí, eu fico me martirizando quando vejo playboys de classe média, com corpos mais volumoso, ossos densos, altos e super-confiantes, sempre andando em “turma” e falando de sexo, bucetas, cerveja e ufc. Porque eu acho que estou perdendo um tempo precioso que desde já deveria estar sendo investido no desenvolvimento ─ físico, ao menos ─ para obter resultados lá na frente, o quanto antes. Porém, me diz uma coisa, quando é que eu vou ter dinheiro pra bancar o desenvolvimento, hm? Quando tiver dando plantão de médico, lá pros trinta anos? 
Evidente que eu não pretendo investir em medianas, pagando saidinhas e “programas”, afim de descolar sexo, antes de ser alfa financeiro. Primeiro porque sexo não é o que me interessa. Segundo porque, óbvio, compromete os aportes, seja com civil ou GP (e somente um alfa financeiro para gastar duzentos, trezentos, de uma vez, sem que se faça diferença ─ na verdade, aumentando o seu status e valor sexual diante delas). Pode acontecer d’eu usar o status “estudante de medicina” para que role uns “flertes” , os quais eu poderia usar para ser visto “bem acompanhado” num show, num evento gratuito cultural, por exemplo, que, conseguinte, se converteria em fotos estratégicas para postar no instarrola e facecú. Mas é só isso, até porque não vou gastar com motel (e o objetivo é acumular experiência, pegar as manhas de agir com o sexo oposto, dado que, no momento, não tenho nenhuma).

Agora, há que se faça a pergunta (e esta é a ideia central do post): por que sexo não me interessa? Explico: tenho pau pequeno. (Rsrs, não, tô de brinks). Vou explanar meu ponto de vista acerca do sexo: sim, de fato, todas as rejeições e traumas jpbfísticos tem parcela de culpa, mas eu vejo o sexo de maneira mais pragmática como um indicativo de poder, quando não, uma forma de auto-validação. Prazer por prazer, a punheta ganha longe, não é mesmo?. Mas como “tudo gira em torno do sexo, exceto o sexo (sexo tem a ver com poder)”, convém que eu, mesmo não “desejando transar”, pegue uma caucasiana gostosinha 18 aninhos da buceta fogosa que esteja saindo comigo, e meta selvagemente, finalizando na boquinha, como forma de auto-validação (por exemplo, contar numa rodinha de macacos “fulana de tal? Já peguei”). Observe que, muito mais do que um ato entre quatro paredes, meu interesse é mais em dar carteirada depois, pela simples adulação. Doutra sorte, seria muito cuckold e emasculado somente bancar as contas e a diversão duma mulher, por opção, sendo que outros machos já a comeram.
O maior lucro que se pode tirar duma relação com uma mulher é ser visto em público sendo bem tratado, como alfa, por uma gostosinha que esbanja fertilidade e juventude, certo? É um puta indicativo de status e poderio social. De fato, beleza e poder andam lado a lado, e muitos alfas financeiros, alfas mentais já entenderam tal relação. O Roger da Cidadezinha, grande El Viavel, no post que relatou a viagem à praia com a gostosinha da mercearia, e como ele gostou de ver machos que passavam no sentido oposto, virarem os pescoços para olhar para trás e manjar a GM; o Jhon Resse, em seu experimento com a virgenzinha da igreja, sendo tratado como alfa-mor no almoço com parentes (e já ganhando contatos das amigas da prima, só de aparecer com uma namorada bonita. Vejam senhores, é um ciclo que se retro-alimenta).

Portanto, com esse pensamento, eu me vejo da seguinte forma no futuro. Colecionar o máximo de gatinhas novinhas em cidadezinhas do interior do sul (quando for alfa financeiro, óbvio) e planejar uma forma de levá-la num evento de grande público ou mesmo uma saidinha despretensiosa pelas ruas (de bairro nobre). Um amistoso do Brasil, em um estádio (massa!), um shopping ou estreia de cinema; ou uma mera ida ao hipermercado (e fazer que nem o fela lá que eu já contei no post do 2 dia do ENEM: caminhar tranquilo, devagar, mascando chiclete pra ser cool, dando tempo de exibir a gata pra sociedade, e os transeuntes, em sua maioria assalariados, com caras abatidas, em pontos de ônibus, preocupados com o dinheiro que pode faltar para as contas atrasadas).
Mas não é só isso. Também posso colecionar outras do Tinder, com o esquema do pps ─ sendo essas com prazo de validade mais curto, porém, ainda viável de lucrar a validação social; sai, se diverte, motel, 1 gozada e parte pra próxima (mesmo sendo bem tratado, a grande maioria do tinder são mesmo medianas. E usadas). Pegar o contato de GPs universitárias classe A, 18~22 anos, apenas se for combinado a exibição em outra cidade. Além disso, mandar a peguete chamar suas amigas e amigos pra sargearmos em grupo, só pra zoar ─ praia, shopping, cidade ─ é muito válido, gerando fotos, voz e violão, experiências agregadoras, e etc.    
  
Bom, essa era a reflexão que eu queria fazer. Pontuemos agora que todos tem, inerente, essa “paixão”, mas nem todos conseguem expressá-la como produto da razão. Se não fosse assim, não veríamos macacos contando vantagem de estarem comendo vileiras. Não é minha intenção dar moralidade aqui e separar grupos, visto que ambos estão no mesmo barco. Mesmo assim, ter muito dinheiro e andar com o suprassumo das supra-medianas/semi-tops, é a nossa revanche JPBF na cara da sociedade, de maneira implícita e calculada (importante manter uma imagem politicamente correta).

Forte abraço!