terça-feira, 15 de novembro de 2016

Beleza e poder andam lado a lado

Já tem algum tempo que eu gostaria de compartilhar essa reflexão, mas não encontrava o insight. Agora, circundado essas ruas sombreadas, encontrei uma crônica-partícula que novamente trouxe á tona o tema pertinente. Pois bem.

Flagrei uma loirinha caucasiana do subúrbio, com dois betosos, e uma morena de nariz fino, garboso, um quarteto de mirins da Assembleia, tendo cada um por volta dos quinze anos. Eles se dirigiam para a igreja, um desses cultos mocidade, conversavam entre si, riam (a loira liderava a rodinha, como se exigisse atenção que ela supunha merecer). Infelizmente eu não tive isso na minha adolescência (no sentido de andar em turminhas, com mulheres, flertar, sargear, sair, se divertir, etc). Agora, quero compensar quando adulto, estabilizado, ou gradualmente conforme ao poucos eu acumule status social e poderio financeiro.

Enquanto eu escrevo isso, olho para meu corpo: no momento, eu sou um beta franzino, baixo, cabelo ondulado, sem assunto interessante pois não vivo uma vida interessante, enfim, um ômega sem nenhum destaque que não impõe nenhum respeito. Aos poucos, vou acumulando patrimônio para financiar o desenvolvimento de modo a galgar destaque. Não tem imundos ala ConservadorNaoMangina que gastam salário mínimo para comprar bombas e suplementos e, por meio de academias lixosas de bairros satélite, conseguem melhorias? Por que não nós ─  ômegas, JPBFs? Veja que o fundamental é ter acesso ao fino da nutrição e dos alimentos, apenas isso. Infelizmente para um pobretão como eu, tal ainda não é realidade. E daí, eu fico me martirizando quando vejo playboys de classe média, com corpos mais volumoso, ossos densos, altos e super-confiantes, sempre andando em “turma” e falando de sexo, bucetas, cerveja e ufc. Porque eu acho que estou perdendo um tempo precioso que desde já deveria estar sendo investido no desenvolvimento ─ físico, ao menos ─ para obter resultados lá na frente, o quanto antes. Porém, me diz uma coisa, quando é que eu vou ter dinheiro pra bancar o desenvolvimento, hm? Quando tiver dando plantão de médico, lá pros trinta anos? 
Evidente que eu não pretendo investir em medianas, pagando saidinhas e “programas”, afim de descolar sexo, antes de ser alfa financeiro. Primeiro porque sexo não é o que me interessa. Segundo porque, óbvio, compromete os aportes, seja com civil ou GP (e somente um alfa financeiro para gastar duzentos, trezentos, de uma vez, sem que se faça diferença ─ na verdade, aumentando o seu status e valor sexual diante delas). Pode acontecer d’eu usar o status “estudante de medicina” para que role uns “flertes” , os quais eu poderia usar para ser visto “bem acompanhado” num show, num evento gratuito cultural, por exemplo, que, conseguinte, se converteria em fotos estratégicas para postar no instarrola e facecú. Mas é só isso, até porque não vou gastar com motel (e o objetivo é acumular experiência, pegar as manhas de agir com o sexo oposto, dado que, no momento, não tenho nenhuma).

Agora, há que se faça a pergunta (e esta é a ideia central do post): por que sexo não me interessa? Explico: tenho pau pequeno. (Rsrs, não, tô de brinks). Vou explanar meu ponto de vista acerca do sexo: sim, de fato, todas as rejeições e traumas jpbfísticos tem parcela de culpa, mas eu vejo o sexo de maneira mais pragmática como um indicativo de poder, quando não, uma forma de auto-validação. Prazer por prazer, a punheta ganha longe, não é mesmo?. Mas como “tudo gira em torno do sexo, exceto o sexo (sexo tem a ver com poder)”, convém que eu, mesmo não “desejando transar”, pegue uma caucasiana gostosinha 18 aninhos da buceta fogosa que esteja saindo comigo, e meta selvagemente, finalizando na boquinha, como forma de auto-validação (por exemplo, contar numa rodinha de macacos “fulana de tal? Já peguei”). Observe que, muito mais do que um ato entre quatro paredes, meu interesse é mais em dar carteirada depois, pela simples adulação. Doutra sorte, seria muito cuckold e emasculado somente bancar as contas e a diversão duma mulher, por opção, sendo que outros machos já a comeram.
O maior lucro que se pode tirar duma relação com uma mulher é ser visto em público sendo bem tratado, como alfa, por uma gostosinha que esbanja fertilidade e juventude, certo? É um puta indicativo de status e poderio social. De fato, beleza e poder andam lado a lado, e muitos alfas financeiros, alfas mentais já entenderam tal relação. O Roger da Cidadezinha, grande El Viavel, no post que relatou a viagem à praia com a gostosinha da mercearia, e como ele gostou de ver machos que passavam no sentido oposto, virarem os pescoços para olhar para trás e manjar a GM; o Jhon Resse, em seu experimento com a virgenzinha da igreja, sendo tratado como alfa-mor no almoço com parentes (e já ganhando contatos das amigas da prima, só de aparecer com uma namorada bonita. Vejam senhores, é um ciclo que se retro-alimenta).

Portanto, com esse pensamento, eu me vejo da seguinte forma no futuro. Colecionar o máximo de gatinhas novinhas em cidadezinhas do interior do sul (quando for alfa financeiro, óbvio) e planejar uma forma de levá-la num evento de grande público ou mesmo uma saidinha despretensiosa pelas ruas (de bairro nobre). Um amistoso do Brasil, em um estádio (massa!), um shopping ou estreia de cinema; ou uma mera ida ao hipermercado (e fazer que nem o fela lá que eu já contei no post do 2 dia do ENEM: caminhar tranquilo, devagar, mascando chiclete pra ser cool, dando tempo de exibir a gata pra sociedade, e os transeuntes, em sua maioria assalariados, com caras abatidas, em pontos de ônibus, preocupados com o dinheiro que pode faltar para as contas atrasadas).
Mas não é só isso. Também posso colecionar outras do Tinder, com o esquema do pps ─ sendo essas com prazo de validade mais curto, porém, ainda viável de lucrar a validação social; sai, se diverte, motel, 1 gozada e parte pra próxima (mesmo sendo bem tratado, a grande maioria do tinder são mesmo medianas. E usadas). Pegar o contato de GPs universitárias classe A, 18~22 anos, apenas se for combinado a exibição em outra cidade. Além disso, mandar a peguete chamar suas amigas e amigos pra sargearmos em grupo, só pra zoar ─ praia, shopping, cidade ─ é muito válido, gerando fotos, voz e violão, experiências agregadoras, e etc.    
  
Bom, essa era a reflexão que eu queria fazer. Pontuemos agora que todos tem, inerente, essa “paixão”, mas nem todos conseguem expressá-la como produto da razão. Se não fosse assim, não veríamos macacos contando vantagem de estarem comendo vileiras. Não é minha intenção dar moralidade aqui e separar grupos, visto que ambos estão no mesmo barco. Mesmo assim, ter muito dinheiro e andar com o suprassumo das supra-medianas/semi-tops, é a nossa revanche JPBF na cara da sociedade, de maneira implícita e calculada (importante manter uma imagem politicamente correta).

Forte abraço! 

2 comentários:

  1. Acompanhando o blog, é necessário todo o conjunto para o ganho de confiança para assim poder socializar da melhor forma, é muito mais fácil se socializar quando se é bonito e por conta disso mais bem tratado, por isso é obrigatório que a aparência esteja entre as primeiras coisas a serem corrigidas, devido aos complexos sociais creio que não iria ser o bastante o flerte pelo simples fato de ser estudante de medicina, ah não ser que você seja um sujeito calculista a ponto de saber criar uma persona convincente.

    Robustez, pele, cabelo, barba, estilo descolado, postura,voz, oratória, talvez até low doses de algumas droguinhas visando baixar a inibição natural do beta, que tende a ser alta, e algumas mentiras, daí com o tempo ganhando experiência as mesmas já não serão mais necessárias, testosterona é vida!

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  2. Caralho mano me identifiquei !! eu só comecei a sair com maior quantidade de mulheres assim que tive condições para isso, porém eu até passei dos limites e comprometi meus aportes !!! tudo o que vc disse faz sentido !!

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