quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Atualização da minha preparação para o ENEM. Agora, faltam dois meses


O ENEM é fácil. É só se familiarizar com o estilo das questões e fazer uma boa redação. É até engraçado que com minha nota de 2014 eu já passava em medicina ─ e olha que fiz a prova nas coxas ─ mas optei por TI. Estava em dúvida entre TI e Matemática.

Nesse mês eu dei uma olhada no Geekie por achar que a temática dos vídeos lá seria mais objetiva para o conteúdo da prova. E acertei. 

Eu tenho a conta bloqueada de plano de estudos, mas as video-aulas são de acesso grátis ─ bacana. 

Em cada matéria tem uma seleção de aulas com o conteúdo resumido mais importante que encontramos nos livros. Impressionante como fazemos um avanço bem maior nos vídeos do que nas leituras. Em história tem uns 50 tópicos, Química tem uns 45, ainda não olhei os outros. Meu foco tem sido Ciências da Natureza e Humanas. E tenho tido um ritmo de 7 vídeos por dia, que é bom mas que podia ser mais se eu mantivesse o foco em alto nível. 

É foda, tem muito escapismos e distrações quando estou com a internet ligada.

Depois das aulas eu faço um resumo no meu OneNote do que aprendi, para consulta simples e fácil à qualquer hora. É muito útil e eficiente porque posso fazer um pouco de fixação toda noite, e depois de acordar, com alguns simples toques no smartphone. Os devices tem sido uma ferramenta tecnológica vantajosa se soubermos usá-las para o desenvolvimento pessoal.
Observe no bloco ENEM2016 tem as seções à esquerda, em cada seção você pode adicionar anotações. Na foto, vemos a checagem dos assuntos de Física
A vantagem do OneNote pro Evernote é que o OneNote faz uma versão mobile das imagens adicionadas, enquanto no Elefante ficam as originais, com uma visualização complicada. Tem tabelas, "ata" ─ onde faço um relatório diário ─ acompanhamento de simulados com gráficos. Anotações de questões. E uma lista de checagem dos temas já estudados, separados por matéria.

Eu queria dizer que já estudei todos os assuntos e já estou pronto pra varar os dois meses só com exercícios de vestibulares e prática de simulados e redações. Mas não é bem assim. 

Olhando para a lista de tarefas nos arquivos Física e Química 1 e 2, estão completos. Matemática eu diria que já domino 90%. Biologia também. E história e Geografia só se domina muito facilmente pelos vídeos com resumos e esquemas importantes. Como veem, o negócio que tá pegando é em Natureza e suas tecnologias, que não por acaso é o caderno mais "difícil" dos dois dias de prova. Preciso começar as redações. Até aqui eu escrevo mais são resenhas e livros e-pub que leio de madrugada. O que não deixa de ser uma prática com a produção textual.
Eu disse que aplicaria um programa paralelo de resolução comentada de questões do ENEM. E de fato eu baixei o livro 2300 questões bla bla bla — um PDF que uparam e disponibilizaram lá no VestGeek ─ acho que o nome é esse. Foi desse livro que o ProjetoMedicina tirou o tal "roteiro de estudos o melhor", pelo que percebi. Ele é muito bom.

Agora vou começar uma rotina mais hard, no estilo monk mode para o ENEM. 

Me limitarei a acompanhar as redes sociais no modo de leitura, sem entrar em debates. Até porque tenho que ficar atualizado com as notícias mesmo. Traçar uma análise do panorama político que está cada vez mais desacreditado no país e pode ser tema da redação. 

Obs: Tem simulados no Geek dias 03 e 09 de Setembro


Forte Abraço

Atualização da minha preparação para o ENEM. Agora, faltam dois meses


No post da reta dos noventa (90) dias eu contei à respeito de como anda a minha preparação para o ENEM esse ano, como estou estudando, se estou confiante e preparado para competir pelos tops primeiros lugares geral na dita prova ─ lembrando, o ENEM é fácil, é só se familiarizar com o estilo das questões e fazer uma boa redação, eu é que estou focando no pódio, já falei isso aqui. É até engraçado que com minha nota de 2014 eu já passava em medicina ─ e olha que fiz a prova nas coxas ─ mas optei por TI. Estava em dúvida entre TI e Matemática.

Enfim, nesse mês eu dei uma olhada no Geekie por achar que a temática dos vídeos lá seria mais objetiva para o conteúdo da prova, e olha como acertei legal. Eu tenho a conta bloqueada de plano de estudos, mas as video-aulas são de acesso grátis ─ bacana. Em cada matéria tem uma seleção de aulas com o conteúdo resumido mais importante que encontramos nos livros, impressionante como fazemos um avanço bem maior nos vídeos do que nas leituras. Em história tem uns 50 tópicos, Química tem uns 45, ainda não olhei os outros. Meu foco tem sido Ciências da Natureza e Humanas e tenho tido um ritmo de 7 vídeos por dia, que é bom mas que podia ser mais se eu mantivesse o foco em alto nível. É foda, tem muito escapismos e distrações quando se está com a internet ligada.

Depois das aulas eu faço um resumo no meu OneNote do que aprendi, para consulta simples e fácil à qualquer hora. É muito útil e eficiente porque posso fazer um pouco de fixação toda noite, e depois de acordar, com alguns simples toques no smartphone. Os devices tem sido uma ferramenta tecnológica vantajosa se soubermos usá-las para o desenvolvimento pessoal.
Observe no bloco ENEM2016 tem as seções À esquerda, em cada seção você pode adicionar anotações. Na foto, vemos a checagem dos assuntos de Física
Não lembro se já citei na atualização anterior sobre o OneNote. Vou colocar aqui os prints da web, a vantagem do OneNote pro Evernote é que no teste que fiz o OneNote faz uma versão mobile das imagens adicionadas, enquanto no Elefante ficam as originais, com uma visualização complicada. Tem tabelas, "ata" ─ onde faço um relatório diário ─ acompanhamento de simulados com gráficos e anotações de questões e uma lista de checagem dos temas já estudados, separados por matéria.

Eu queria dizer que já estudei todos os assuntos e já estou pronto pra varar os dois meses agora botando pra fuder com exercícios de vestibulares e prática de simulados e redações assim todo dia mas não é bem assim. Olhando para a lista de tarefas nos arquivos Física e Química 1 e 2, estão completos. Matemática eu diria que já domino 90%, vou focar só nos temas mais complicados, Biologia também. E história e Geografia só se domina muito facilmente pelos vídeos com resumos e esquemas importantes. Como veem, o negócio que tá pegando é em Natureza e suas tecnologias, que não por acaso é o caderno mais "difícil" dos dois dias de prova. Preciso começar as redações, até aqui eu escrevo mais são resenhas e livros epub que leio de madrugada, não deixa de ser uma prática com a produção textual. Algumas dissertações vou ver a viabilidade de publicar aqui.
Eu disse que aplicaria um programa paralelo de resolução comentada de questões do ENEM, e de fato eu baixei o livro 2300 questões bla bla bla, é um PDF que uparam e disponibilizaram lá no VestGeek ─ acho que o nome é esse. Foi desse livro que o ProjetoMedicina tirou o tal "roteiro de estudos o melhor", pelo que eu percebi. Ele é muito bom, minha recomendação é positiva que estudem por ele também.

Agora vou começar uma rotina mais hard, no estilo monk mode para o ENEM. Me limitarei a acompanhar as redes sociais no modo de leitura, sem entrar em debates, até porque tenho que ficar atualizado com as notícias mesmo, traçar uma análise do panorama político que está cada vez mais desacreditado no país e pode ser tema da redação. A frequência de posts aqui pode dar uma diminuída, se bem que eu escrevo deitado no celular um pouco toda noite, alguns minutos e edito no final de semana, o problema não é nem esse: é só que com a rotina bastante atarefada de treino e estudos insanos a mente fica tão ocupada com o objetivo ENEM, que fica difícil fazer reflexões do cotidiano JPBF. Eu não sou nenhum multi-função, e temos que estar focados em uma importante conquista de cada vez.

Obs: Tem simulados no Geek dias 03 e 09 de Setembro

Forte Abraço

terça-feira, 23 de agosto de 2016

O modo zumbi implica a negligência do relacionamento social?


Lendo o backup do grande El Viavel e aspirando o sonho de quando estarei lá, alfa financeiro e fodão, numa cidadezinha do sul, obtendo todo o respeito e a admiração de gostosinhas polacas que em muito me encherão o ego, dando-me auto-confiança e alfismo absurdos na região local, deparei-me com essa impressão estranha de, quem sabe, não saber como agir, com eficiência, com relação às mulheres. Isto é, no sentido de como detectar rapidamente os sinais de interesse delas ou como saber investir de forma a levar a interação para uma tensão sexual e receber o "ganho". Em seus relatos, Roger identificava com maestria o momento da abordagem, por exemplo, a ninfeta no ponto de parada de ônibus intermunicipal que ia pro dentista. Ele também dominava a hora certa de lançar os flertes, levando as coisas para uma situação propícia e natural de passar a mão aqui e ali e ver se obteve correspondência. Me vendo protagonizando a mesma situação, no entanto, talvez eu teria tomado atitudes diferentes, optando por uma estratégia lenta de "esperar a iniciativa da contraparte". Como sabemos, o poder de escolha é das mulheres e os homens não fazem nada além de investir numa situação que já foi toda inconscientemente acordada por debaixo do véu. Não existe o tal papo sedutor, é lenda. Em três segundos de visualização, a mulher já decide se vai dar a bunda ou te dar o pé na bunda, o que se pode tentar fazer é manter a balança de barganha favorável para o seu lado. Assim, com 100% de acerto, sabemos a tendência do resultado. É muito simples e ao mesmo tempo muito complexo, de maneira geral é o que a filosofia pobretana segue por default, embora eu ainda tenho ressalvas com ela. É daí que vem minha desconfiança ─ seremos alfas ultra fodões com extrema diferença de barganha e VS para medianos comuns, mas será que dominaremos a atuação "cafa", com as investidas, flertes e "pegada" acertada?

Bem, uma vez dito, desenvolva-se o raciocínio. Eu não estou dando a entender que um beta, sabendo dos mecanismos corretos do "jogo da azaração", conseguiria se passar por "cafa/alfa" e igualmente poder seduzir mulheres. Isso é um total falta de cognição. Ora, se a sociedade te vê como beta, automaticamente você agirá como beta, ou com o comportamento beta. A saber, baixa confiança, autosabotagem, acanhamento, indecisão, etc. Todos os mecanismos de defesa do ego. Agora, por outro lado, se a sociedade, ou o micro-universo social ao qual você está inserindo te encara como alfa, automaticamente todos os seus comportamentos passarão a agir como os comportamentos de um "alfa". Medo e insegurança nada mais são que mecanismos de blindagem do ego que são porventura adotados pelo seu corpo quando ele percebe que você não é o alfa dominante do local.
Não adianta tentar emular, como pregam os 171 charlatões lá do PuaBase, e afins. Malacos que vendem um engodo motivacional comprado por chimpas tansos da mente acrítica que urram e gozam pelo cu quando leem The Secret e outros segredos da mente, e usam estas mesmas falácias estilo "confiança interna" como subterfúgios para seguirem suas existências serviçais no planeta sem cometer suicídio. Tais crenças, ao mesmo tempo em que servem como uma anestesia de esperança para a mente, os fazem continuar girando o maquinário urbano das engrenagens da civilização, varrendo para debaixo do tapete toda a dor da ciência de sua própria miséria, rejeição e insignificância social.

Mas como aqui a real será encarada na lata sem minimizações, e eu sei que não existem dicas matadoras que farão o nego pegar mulher mesmo sendo um zé ruela, a ideia do desenvolvimento pessoal passa pelo cerne dos três quesitos: físico, financeiro e social (status). A finalidade não é pegar mulheres, nem mesmo é essa a ideia. Como falei em postagens anteriores, pegar mulher já se tornou banal e, quando mais, infrutífero. Quantas vezes já vi negos metido a "cafa" se acomodando com suas vidas, acostumados a serem os novos Genghis Khan do Bostil espalhadores de genes, cumprindo com sucesso o seu papel biológico, e que acabam invariavelmente negligenciando o desenvolvimento pessoal? Olhando hoje novamente, tais negos tornaram-se burros, mal qualificados profissionalmente e culturalmente. Fudidos cuja maior expectativa de vida é uma classe média emergente crediário, pautada em parcelamentos, e dependentes de um salário miserável cuja maior parte já vem corroída por impostos e inflação cada vez mais altíssimos.

O JPBF esclarecido deveria seguir o mesmo destino, mas, diferente dos medianos alienados, ele sabe o motivo pelo qual é um perdedor imundo e ele é capaz de ver as saídas que o tirarão do seu infortúnio. Aqui cabe dizer: para os mais jovens, basta não aceitar resignadamente. Na verdade, é impossível se resignar depois de conhecer todo o processo. Depois traçaremos o projeto que nos levarão ao alfismo financeiro no futuro, que é o principal sustento de todos os outros modos de alfismo. Você não tem um bom shape se não tiver dinheiro para pagar academia, nutrição, suplementos de alta qualidade. Você não tem habilidades sociais se não tiver dinheiro para pagar aulas de violão, cursinhos, teatro, dança, gastronomia, etc. E além do dinheiro, é preciso tempo livre; as duas coisas, só quando conquistado à IF.
Quando surgiu o conceito de modo zumbi, o que na verdade aconteceu foi o seguinte: uma parcela de pobretões notadamente ômegas financeiros se reuniram e disseram assim: "Olha, nós sabemos que não existe a menor possibilidade de copiar o estilo de vida dos alfas financeiros e obter extremo sucesso social e sexual sendo os zé-ruelas que somos agora, mas eu não gostaria de admitir isso porque é um tanto desconfortável para o ego aceitar que é um merda e ter de se resignar". Bom, observações como essa são feitas automaticamente à todo instante, e sabemos que temos de desenvolver, mas o ser humano sempre procura um jeito mais fácil de fazer as coisas. Então, diante desse dilema, continuaram: "das duas, uma. Ou a gente rala anos de desenvolvimento pessoal, para conseguir uma parcela de benesses daqui à 10, 15 anos" hum? "Ou a gente faz concessões e cria um modo alternativo de vida desligando-se da cartilha da sociedade".

Todo JPBF de verdade ômega, delta, medianos comuns, obviamente vai achar que é preferível criar um modo alternativo que corte as relações sociais para mascarar as comparações que inevitalmente faríamos nos enxergar inferiores e nos colocariam pra baixo. Desse dilema surgiu o modo zumbi, um rearranjo, em que se coloca um sem limite de prazeres gratuitos no seu quarto, ao mesmo tempo em que só se sai de casa para ir numa GP, tornando tudo uma ilusão de sucesso social à medida em que se coloca um falso controle nas mãos do ômega, independente das variáveis externas. O que todo mundo procura no fundo é o controle das coisas, quanto mais independência tivermos, mais liberto estamos.

Dizem que o modo zumbi é prejudicial porque perde às relações sociais e torna-se bizarro quando o nego passa o dia todo no quarto, punhetando pra Xvídeos, assistindo filmes e seriados, e comendo doritos. Não. Quando acompanhado do desenvolvimento físico e intelectual, o modo zumbi passa a ser chamado monk mode, ou modo monge. Geralmente usado por aqueles negos que por serem visto como párias e ostracizados em seus micro-universos sociais, maquinam querer voltar por cima, ao mesmo lugar, esfregando seu sucesso na cara dos antigos conhecidos. Nada mais é do que o efeito mudança radical, motivado pela chance de auto-afirmação, onde se passa o extremo da antissociabilidade, desligando-se até mesmo das redes sociais, por um período de seis meses, digamos, focado em aumento do capital físico e estético. A diferença é que no monk mode temos a proibição de prazeres gratuitos, como filmes, música, todo tipo de distrações que são vícios da mente acostumada ao comodismo. Quem não tem resiliência mental para aguentar a realidade, não consegue passar nem dez minutos focado em estudar sem buscar escapismos, como youtube, música e afins.
A desvantagem do modo zumbi não é nem a negação do mundo, nem o isolamento ermitão. A própria interação social falida é um desenvolvimento de habilidades, onde se aprende com os erros e se adquire experiência. Experiência é maior do que talento quando se for aplicar tendo as condições favoráveis, por isso, no meu JPBF way of life, apresentei uma proposta graduada de socialização escalada, a partir do quanto se tem em trocados livres para a prática de um hobby ou esporte, não baseado em barganha, como teimam em discutir. Ao mesmo tempo em que você sai com uma turma, mesmo coadjuvante, você está acumulando VS na prática físico-motoro, e aprendizado de habilidades úteis para gerar valor numa rodinha, por exemplo. Veja bem, eu disse "pŕatica", não "desenvolvimento físico". Este que só pode ser gerado mesmo nos treinos e suplementos, a não ser talvez os treinos levado à sério, mas à sério mesmo ─ focado em competição estadual ─ de natação e ginástica olímpica.

É devido à esse compêndio de experiência social, tão simples seja, que fiz um rearranjo saudável a que chamo JPBF way of life. Mas as saidinhas a que porventura sou convidado pela turma do vôley, natação, vilão, etc. só servem para leitura de campo e motivação. Ou seja, já vou assumindo uma persona de coadjuvante, muitas vezes, que pode emular os mais diversos papéis, somente a fim de relatório.

Tome-se a precaução de não ficar se autossabotando durante anos, na dobradinha aportes e GP, para chegar aos trinta ricaço, e depois ficar mamujando de não ter curtido socialmente as fases da juventude, não ter tido vontade de curtir. A pressão social na mídia sobre essa tradição, estilo bebedeiras universitárias, namoros, sucesso social, muitas amizades, é muito forte, sem contar a assimilação de quando se vê seus pares próximos. Tudo isso gera emoções, gera um inconsciente coletivo indutor e nem todo mundo é alfa mental para decidir se isolar no desenvolvimento, voltar pro jogo social quando se estiver no topo e realmente não dar nenhuma foda pro passado que não aproveitou. Não vamos ser presunçosos, misantropia é para poucos.

Forte Abraço

domingo, 21 de agosto de 2016

A mulher como indicativo de status - a função especial das medianas


Desde o momento em que entrei no ensino médio, até mais ou menos a época do primeiro ano na universidade, eu me deparei com situações próprias de uma mentalidade adolescente ─ o que para mim, JPBF, foi decididamente desfavorável. Olhando para a universidade, eu percebo que aqui há uma maturidade diferente, em que os acadêmicos procuram se relacionar bem com todos, fazer aquele networking, serem responsáveis e etc. Mas no ensino médio, o começo da fase da autoafirmação, havia muita exclusão, panelinhas, uma grande e notória necessidade de atenção das vadiazinhas se descobrindo sexys naquelas calças de seda, e a boçalidade dos futuros playbas se manifestando. Nesse ínterim, o JPBF muitas vezes ficava no déficit de não ter as necessidades interpessoais de inclusão e sentimento de importância atendidas, visto que ele era ostracizado entre as patys bonitinhas (por não tem nenhum valor sexual) ou ridicularizado entre os playbas, sendo que um ou outro poderia integrar o beta JPBF para ser platéia e piadinha do grupo, mas nunca o tratando como igual. É sobre essas necessidades interpessoais que eu gostaria de falar agora.

Ora, nós podemos contar que a época, vamos dizer, da pegação exclusiva de cocotinhas pelos alfas, ela está encerrada. Ela não sobrevive à exames empíricos da modernidade sob a ótica da real, e não sobrevive, sobretudo, à meras observações das vadiagens "caseiras" dos Xvídeos amadores, que tem nos mostrado uma imensidão de maloqueiros imundos tendo o pau chupado por branquinhas e pardas adolescentes. Quer dizer, toda a cultura realística aparece baseada na regra de pareto, equivocadamente mal interpretada. Não só na proporção 20% dos homens comem 80% das mulheres, mas nos tipos de homens que vão sarrar essa maior fatia de medianas pra baixo (ora, quando falamos em 80% das mulheres, você acha que as semi-tops, que representam, digamos 5%, estão incluídas nessa conta?).

Interpretações equivocadas como essa são absurdamente comuns nos diversos redutos vertentes da Real, como PUA, Forum Bufalo, Shibumismo, Homens Realistas, MR e os blogs também; só que são perdidamente escamoteadas, tal foi a compra acrítica da infame regra. 20% dos homens, sim, comem 80% das mulheres: supra, tops e semitops, isso que faltava dizer. Estes 20% são os alfas, e veja bem: eles poderiam de boa comer o mar de medianas e submedianas das classes emergentes, periféricas, em algum contexto, porém não há necessidade.

Coroação, por exemplo, Pobreta, o próprio, tem tabelado o número de fodas contadas com civis, e já vão quase uma centena de mulheres diferentes que ele já comeu. É o mesmo indivíduo que reclama da invisibilidade sexual para com as mulheres do seu círculo de trabalho e social. É óbvio que essas mulheres à que ele se refere são as das classe média e média alta, gatinhas tratadas no creme, universitárias nota 8 e 9 que ficam rodando fácil nas mãos de playbas e cafas natos.

Embora, o Pobreta deixe claro que os "betas" obtenham algum sucesso com medianas pra baixo, (FGVs então, nem se fala) acontecem duas putarias clássicas: tansos comprando a tese de que não pegarão nenhuma mulher porque são betas (e por isso nem se dão ao trabalho de tentar), e tansos alá ConservadorNaoMangina se achando o "alpha" porque conseguiram fodas com medianas rodadas que aceitam sair com estes para beber cerveja de milho e fechar o expediente no "moti 50 conto", sendo que ela já tem outros 100 macacos pré-engatilhados no whatsapp.

E onde eu quero chegar com isso? A prevalência de avaliação de valor, de argumento puramente ad-hominem, no sentido de contar que "pega muié", em cima de virtudes reais do homem, tem sido uma constante na história da civilização moderna ao longo dessas décadas de avanço do feminismo, só que só mais recentemente que as pessoas começaram a escavar essa pseudo-superioridade do fato de transar ou não transar com mulheres, porém, não por uma suposta maturidade milagrosa do pensamento tupiniquim, mas só porque já se tornou banal. Você dá um tour no Xvídeos e vê que qualquer macaco maloqueiro imundo miserável tem conseguido boquetes com direito à gozada na boca, e rapidinhas escondida com novinhas vadias em todas as regiões do Bostil, e isso não passa pelo crivo de "ser alfa" ou "ser beta", só depende do quanto se insiste com uma criatura naturalmente promíscua com uma certa afinidade à submissão.

Agora, embora esta mentalidade herdada da psicologia evolutiva e acentuada pelas desigualdade sociais no país, ainda seja oficialmente a dominante no contexto social, ela já está obsoleta. Ela não vai aguentar mais do que algumas décadas, né? Inclusive porque o esforço para mantê-la de pé, só pode ter algum sucesso à custa da dissimulação da promiscuidade feminina ─ que nas últimas décadas se tornou um negócio epidêmico.

Então, nessa briga podemos contar: vídeos amadores estilo CaiuNaNet, já ganhou. Já ganharam a parada. As outras máscaras não vão aguentar muito tempo. Temos visto aí chimpas que, mesmo não conhecendo a real, sabem que mulher gosta de apanhar, que gostam de caras difíceis que as ignoram, que tem patys subindo o morro pra dar pra zé droguinha, e que, sobretudo, tem por certo que as santinhas são as mais safadas. É tão clichê que já circula em algumas músicas Sertanojo Universibostário. Mas aí eu pergunto, o que que vem depois? Como é que fica o JPBF que foi defasado de relações sociais saudáveis, geradoras de cafismo com as mulheres e sentimento de importância, confiança e autoestima?


Será que entraremos na fase adulta com o fetiche por novinhas como um coroa que vai ao puteiro e pede a loirinha universitária estilo mignon que representa, no fim das contas, o tipo de namoradinha que ele gostaria de ter tido quando era jovem, hmm? Ou será então que, conquistado a IF, teremos a resiliência mental para sermos os putões comedores cafajestes desapegados, porém ressentidos, meio que querendo compensar os anos de privações betísticas mostrando para elas quem é que dá as cartas agora, será que é isso?

Muito bem, a filosofia da real pobretana deixa aberta outra perspectiva. Tudo que há de mais "valioso", entre aspas, nas aparências sociais sempre esteve dentro das possibilidades de ser visto acompanhado de belas mulheres. A medição de valor chimpística de dar ou não credibilidade à um indivíduo pelo pressuposto de se ele pega ou não mulher, nunca fez nada além de medir o tão cobrado sucesso social masculino sob outra manobra. Porém, evidências empíricas nos mostram agora que estamos passando por uma mudança de valores, em que notas 6 pra baixo estão ficando rodadas muito cedo, passando de chimpa em chimpa, enquanto paralelamente ocorre uma verticalização extrema de supra e semi-tops nas mãos de uma parcela à parte de alfas.

Isso significa que não há mais nada de especial em dar ideia em medianas que mal ganham 2k e "levar pro móti", achando que seu físico peidador de albumina e braço de mortadela entupida de suplementos pró-falência renal, ajudaram no processo, porque o fizeram "alfa" ─ sendo que nunca na história desse país falido o sexo casual foi tão facilitado.

O beta JBPF, hoje em dia, a menos que não seja um fudido total, reclama de desertos sexuais muito provavelmente por ter comprado uma crença limitante "alfa vs beta", uma crença que pauta a sua frustração agora e futuramente também, se ele anda dizendo pra si mesmo que "quando tiver X, e for Y, farei Z". É o tipo de cara que maquina toda uma pré-estrutura fodelástica antes de se envolver em relacionamentos, pretendendo com isso, depois, apenas andar com essas mesmas medianas rodadas, e passaria a miséria se disserem para ele que mulher também transa (e como).

Nos próximos posts, daremos prosseguimento à esse tema.


Forte Abraço

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A preocupação de ser um vestibulando pobre, sem dinheiro, forçado à arranjar emprego. Eu já poderia ter 10k

Ser liso, não ter dinheiro e nem expectativa de uma renda confortável quando se é jovem/adolescente é o que caracteriza a condição JPBF de maneira geral. E quando se vem de famílias chimpas fracassadas é que esse fardo se torna mesmo ainda mais preocupante. Preocupante porque você já sobrevive vendendo o almoço para comer a janta - e, quando surge algum gasto imprevisto, a situação se torna realmente frustrante pois você começa a ter de lidar com ondas de ansiedade causadoras de stress, devido à expectativa da possibilidade das suas parcas reservas se acabarem.

Para evitar que isso aconteça, e é comum nas classes de proletariados miseráveis, convivemos desde cedo com uma pressão familiar para arranjar o primeiro emprego. Obviamente essa pressão é maior nos filhos homens, mas ocorre nos dois sexos, visto que vemos inúmeras vendedoras aí nessas lojas de shopping, tipo C&A, além da evidente predominância feminina nos caixas de supermercado. A pressão nos homens - se bem que, devido aos déficits de nutrição desde a infância, a esmagadora maioria tem cara de menino de barba - pode ser dar de maneira velada ou explícita. Geralmente acontece com meninos introvertidos e caseiros, aqueles que não fazem o tipo saideira com a galera, e que estão seguindo normalmente à entrada na universidade, as indiretas e formas sutis de dizer: "você precisa arrumar um emprego, imprimir currículos e sair distribuindo nas ruas de comércio". E daí, se o nego não tiver uma linha de plano bem definida do que está construindo na vida, ele vai lá e "compra" essa ideia de vidinha miserável e se auto-adiciona nas estatísticas de trabalhadores assalariados que lotam o metrô pela manhã e no fim da tarde, com as caras abatidas e derrotadas.

(Isso, é claro, se não for recusado nas rodinhas de dinâmicas escrotas das RHs malditas, que no final, escolhem os falastrões mais alfas/extrovertidos que molharam a calcinha fedida à bacalhau delas).

Na única dinâmica de seleção que participei para o cargo "pica" de repositor de supermercado, encontrei até mesmo universitário de Direito, e bem-apessoado, diga-se de passagem, com barba, voz e corpo de homem. Ou o cara tem família para sustentar, ou está precisando de fundos para pagar academia, suplementos, sei lá. De qualquer forma, arrumar um emprego à noite, enquanto cursa a faculdade de dia, ou vice-versa, tem sido a conciliação mais recomendada para pessoas com visão mediana, inclua-se aí bostileiros comuns que compõe as classes menos abastadas, a infame classe C pra baixo.
Posso estar usando um tom de desprezo com esse grupo, mas nós JPBFs esclarecidos, não estamos em maior vantagem por termos um ideal "medicina" e lutar por ele. É importante deixar isso claro, ser vestibulando de medicina não nos faz melhores que eles, nem todos os esforços e barreiras que possamos enfrentar nesse processo. Apenas os salários caindo na conta depois de tirarmos o CRM, é que importam - e enquanto isso não chega, estamos todos juntos no barco da pobreza, talvez até menos ainda, pois não temos nenhuma renda durante os primeiros anos do badalado curso.

Dito isto, é importante que o legítimo JPBF pense: "Como vou me sustentar durante o curso?". Afinal, não tendo pais vencedores para bancar os gastos e garantir todo o suporte necessário para que os filhos apenas se preocupem em estudar, é inevitável que teremos a obrigação de conseguir alguma fonte de renda. Seja emprego à noite, bolsa-monitoria ou estágio. Quem não está tão na merda assim, e tem algum aparato pessoal (parentes, poupança, os mais comuns) louve sua prudência. Aos demais, choros, desculpas, e reclamações não serão aceitos pelos professores, nem pela sociedade. Tampouco vão alterar a realidade - me refiro à merda que já foi feita. Será necessidade arrumar um trabalho ou algo que o valha (para as mulheres, o mais recomendado é ser GP universitária. Foda-se, aqui a verdade é dita na lata).
Daí fica a pergunta: é possível estudar medicina e trampar à noite? Sim, é possível sim. Será mais trabalhoso e cansativo, sem dúvida; haverá perda de sono, e consequente desatenção, desânimo, sacrificará os finais de semana para repor atividades, e etc. Não é minha primeira opção, no máximo, se fosse um cargo público desses de prefeitura, poderia ser viável. Ainda assim, para quem está disposto, é um cenário com seus prós (maior salário!?) e desvantagens - (sem tempo para gastar esse "maior salário").

Agora, na verdade, não é minha primeira opção porque não gosto de ser mandado receber ordens. Nem por orgulho, nem por personalidade forte, apenas não abdico de minha liberdade em prol de cumprir horários, de ser supervisionado por gerente e muito menos de ficar até mais tarde "de surpresa" por causa de reuniões, por que tem de "re-organizar o mercado, por exemplo, entre outras diversas situações. Se achar que estou exagerando, eis um compêndio de situações corriqueiras próprias de trabalhadores assalariados: 

  • ficar preocupado em dar explicações, pelo atraso, antecipando a expectativa de tomar uma coça do chefe na frente de clientes e funcionários;
  • tomar corretivos de supervisor complexado por usar o celular em horário de expediente (bônus: "marcar" um ponto na "lista" do nego + sermão "com mais três e é demitido: sabe como tá a crise lá fora?").
  • conseguir escapar de ficar até mais tarde na reunião, por justa explicação, e mesmo assim ficar queimado com a panelinha de outros funcionários que tomaram no cu calados, no dia anterior.

Porra, são essas situações, inegociáveis para mim. Não tem o que pesar na balança, não aceito essa merda por uns trocados a mais, mesmo precisando. Prefiro ganhar 400 numa bolsa-monitoria, duzentão numa biboca, ou 10k na poupança à 0,70%, à me sujeitar a dignidade e liberdade em empregos pautados em "metas de venda" e assédio moral de chefe/chefas rabugentas. 
De fato, eu já cheguei a juntar 10k desde o ano passado, do meu antigo trabalho, e só o fiz, como já falei em outro post, por causa do plano de montar uma biboca. Então, eu só aturava o trabalho, cumprindo horários, ficando até mais tarde, chegando no horário e essa disciplina toda, em prol do objetivo de ter capital para começar uma biboca própria. Eu já falei também das dificuldades que não levaram ela para frente. Só me arrependo hoje porque esses 10k aplicados na poupança renderiam 70 reais limpos por mês - sim, é pouco, mas conforme o post JPBF way of life - me garantiria a IF de entretenimento sem precisar trabalhar. Doutra sorte, 10k aplicados na bolsa de valores me renderiam lucros interessantes à 1% no mínimo, para LCI e FIIs, para renda fixa, sem falar dos trades aventureiros que eu poderia me arriscar a fazer. Acredito que investir em bibocas tenha sido uma burrice reprovável, sendo que já na época eu conhecia a blogosfera realística pobretana, com diversos blogs investidores relatando os seus ganhos na bolsa, sem precisar trabalhar, que é o ideal para mim. Mas o que talvez explique esse "tudo ou nada" no empreendimento, foram minhas outras metas ambiciosas para o ano, que só poderiam ser pautadas em altos rendimentos acima de 2,5k por mês, além de que, na época, medicina nem chegava a ser cogitada.

Do tudo ou nada em bibocas imundas, saiu... o nada. Mesmo assim, ganhei um aprendizado importante: da muquiranice levada à sério, e do estilo frugal minimalista way of life. Se vermos na tabela, os gastos com "alimentação" geralmente foram os maiores, resultado de almoçar fora, além de lanches superfaturados à noite, quase todo dia. Só foram superados por "outros" em alguns meses, e no entanto, foram gastos com roupas e sapatos, inúteis, e meus devices (esses aí, úteis, pelo menos). Mas muita coisa poderia ter sido simplificada e economizada.

Simplificar os gastos necessários, esse sim tem sido meu modo de fazer o dinheiro, mesmo pouco, render pelo menos até meados do ano que vem - o que para mim é suficiente para ficar estudando de boa até o ENEM sem precisar trabalhar. Sou um playboy pobretão, rs. Ou um pobretão vivendo o estilo vestibulando de apartamento, aqueles que podem se dedicar sem pressão de arrumar trampo, e isso só é possível pela minha muquiranice inteligente, de improvisar quando aparece algum gasto imprevisto, e simplificar os gastos fixos - o que me possibilita sobreviver tranquilo com uma renda mínima, coisa que levando para a universidade, me deixará bem confortável se eu conseguir uma bolsa-monitoria, ou bolsa de estudos CNPQ, pelo menos. Tem gente aqui ganhando por volta de 500 para monitorar uma sala de computadores (ou seja, abrir e fechar o laboratório e ficar de boa na internet - nem limpeza precisam fazer, porque fica por conta dos ASGs da terceirizada). É claro que deve ter alguma concorrência, mas o critério de seleção é a condição de renda familiar e "a justificativa do aluno inscrito", não essas dinâmicas escrotas de RHs inúteis. Eu acho que dá para conseguir. 
Fora isso, como multi-medalhista da OBMEP eu tenho por direito a bolsa CNPQ de 400 pilas, a qual eu já consegui uma vez, na graduação de TI. Eu não sei ainda se haverá alguma recusa em me inscrever pela segunda vez, mas é provável que não, visto que há a possibilidade de renovação em até duas vezes dos bolsistas do programa. Nesse programa, os beneficiados tem que estudar cálculo, assuntos de matemática, resolver algumas provas e participar de encontros mensais, ou seja, nada de mais. Estou mirando nessa bolsa em segundo plano, sendo a bolsa normal de monitoria minha primeira requisição.

Nos próximos posts, falarei mais a respeito do que vou fazer nesse meio tempo da prova do ENEM para o resultado dos aprovados e matrícula nas universidades.

Forte abraço.



Como de costume aqui no blog, deixo uma sugestão de música das tracks que eu lembro do saudoso canal indie do MixRadio, da Line. Eu não sei porque os canais de Deezer, Spotify, 8Ttracks e demais não trazem umas indicações boas do gênero, e sempre ficam empurrando uns pops lixos mainstream. Às vezes encontro as mesmas músicas de antes, mas no geral... Está aí How Can You Swallow So Much Sleep, disseram que é musiquinha de Crepúsculo, eu não sei, não assisti o filme, mas achei a batida boa de ouvir 

 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Discussão à respeito do olhar de beta inseguro VS olhar confiante alimentado pelo sucesso

Uma das minhas grandes observações no cotidiano do dia-a-dia, é como os machos betas e ômegas não conseguem impor um olhar sólido e confiante quando passam por outras pessoas, especialmente em locais frequentados por miscigenações de classes sociais. Como a programação biológica do comportamento da raça humana é patética, podemos tomá-la para explicar as causas de tal acontecimento sem grandes desvios da generalização. Mas, depois de explicado e entendido, sempre fica uma lacuna de como podemos reverter ou como poderíamos mudar tal situação. É o que me proponho a discutir nessa reflexão. 

Não é segredo para mim, que sou, digamos assim, um beta lúcido - assim como sei que não é segredo para a maioria dos JPBFs da blogosfera - sabermos o porquê de sermos uns perdedores imundos. Sou fraco fisicamente, baixo, magro, com pernas e braços finos. Não tenho porte de V invertido, nem volume corporal, em suma sou o cara que não passa intimidação física para ninguém. Se você tem tais características, não passa de um ômega - quando muito, um beta - e basta somar os pontos para ver de onde vem sua insegurança quando circula em ambientes onde provavelmente cruza com alfas bem alimentados, altos e com volume ou definição corporal. Veja que muitos deles podem nem saberem lutar, ou serem mentalmente fracos, mas essa discrepância absurda, de corpo/altura, já inspira uma superioridade inconsciente neles, além do que, por verem o olhar de baixa-autoestima de um ômega, se ambos vierem andando em sentidos contrários - por exemplo; construa a cena - acabam obtendo mais auto-confiança. 
Ontem mesmo, vi uma cena na biblioteca em que um negão alto mau-encarado que está começando a pegar uns pesos e está se achando (deduzo pela camisa apertada que vestia) veio consertar o ar-condicionado. Ele perguntou com ar de antipático para um dos zeladores, que era um baixinho beta, juvenal ainda pela cara, onde estava o controle mas sem esperar pela resposta, e a voz desse assalariado beta saiu com um tom fanho, submisso e afeminado - sabe quando tentamos falar com alguém mais destacado e, por algum motivo, nossa voz sai inaudível, insegura, ou no mínimo diferente de como seria nossa voz normal em nossas zonas de conforto, com nossos amigos ou outros caras betas? 

Observe que eu nem estou falando da diferença de classes sociais ainda: ambos são terceirizados, assalariados ridículos sem grana para fazer uma viagem pro exterior se quisessem; mas só essas "evoluções imundas" alá ConservadorNaoMangina, se praticadas, já surtiriam um efeito terrível em comparação com nós betas/ômegas JPBFs autênticos, focados em alcançar a IF à longo prazo por meio de concursos públicos/medicina/empreendedorismo. 

É por isso que eu digo para não negligenciar o físico, nem que só dê para fazer umas flexões em casa, por enquanto. Por agora, vai levando porque, para quem se encontra na merda, todo ganho é bem vindo. Conheço jegues que não tem merda no cu pra cagar, mas entraram numas academias lixentas de bairro, parcelando whey lixo (pra você ter noção), e nó mínimo conseguiram alguma espessura peitoral/braço e uma voz mais potência - devido ao aumento de testosterona. Eu fico revoltado, quando, por ocasião, alguém vem falar comigo de repente, e nem uma voz decente me sai (eu sei que isso é devido à falta de conversa, de praticar em rodinhas, de socializar e receber feedbacks positivos que geram autoconfiança e conforto, e, conseguinte, permitem você ficar bem à vontade quando fala em público). De fato, ainda vou trazer alguns vídeos sobre dicção aqui. Não que possamos ficar de uma hora para outra com a voz macia, segura e atraente, de vida boas playboys viajados que vieram à vida à passeio - porque isso só será possível quando tivermos upgrades acima da média, geradores de autoconfiança - no entanto, por enquanto, se soubermos os macetes, podemos nos policiar e disfarçar o fracasso. 

Agora, e quanto as situações em que vamos caminhando e vem umas garotas em sentido contrário, ou ainda, acompanhadas de caras mais altos, bonitos e mais destacados, nos fazendo sentir-se inferior? 

Segundo o Aspirante Alfa, em seu blog, e é uma coisa que eu também concordo, o sucesso social é um dos instintos masculinos mais fortes. O ser humano evoluiu como um ser social, e nossa sociedade só funciona assim: os alfas não desistem de brigar e serem competitivos para deixar sua dominância clara, e nutrir-se de autoestima. Isso explica muita coisa, desde os bullers da escola, aos pitboys que sempre andam em grupinhos com seus amigos fodões, o que aumenta suas confianças quando inventam de arrumar briga para testar suas machezas. 

Estamos sempre medindo nossos sucessos sociais, e é por isso que é extremamente humilhante você não ter poder social ou intimidação física para se impor e peitar sua dignidade nas mais diversas situações cotidianas. A autoestima de um pobre beta é baixíssima. Ser o mais baixo da hierarquia social, física e financeira causa graves distúrbios de auto-confiança. Acredite ou não isso se reflete na maneira como o beta está desviando o caminho de alfas à todo o momento, como ele é ignorado na fila da padaria - quando chegam outras pessoas depois e são atendidas primeiro - na forma como outros interrompem sua conversa e pegam a atenção da pessoa com quem você estava conversando, na forma como você ESPERA para falar com uma pessoa que estava ouvindo a conversa de um outro. 
Muitas vezes, desviamos o olhar de mulheres muito bonitas, porque sabemos que somos tão merda que não teríamos moral alguma de encarar uma mulher bonita desconhecida nos olhos. Quando isso acontece, eu penso seriamente em comprar um óculos escuro, pelo menos, para não ter como elas perceberem a insegurança refletida no olhar. 

Enfim. Não existe esse negócio de ser antissocial. Timidez, fobia social, acanhamento pra falar, não é personalidade é CONSEQUÊNCIA, das humilhações e bordoadas da vida. É o seu inconsciente avisando a todo momento que você é um merda e não está fazendo sucesso em nada, e que, portanto, seria humilhado vergonhosamente se tentasse se impor alfisticamente. Ou seja, é um mecanismo de PROTEÇÃO DO EGO. Um mecanismo anti-suicídio. Ouso dizer que a única forma de resolvermos esses anos de humilhações, rejeições insanas e fracassos, TRANSFORMADOS em sentimento de inferioridade refletido no olhar, é baixando a PORRADA de verdade, BRIGANDO e SUBJUGANDO seus adversários, para exercer sua dominância e autoridade. 

Não vou indicar sair por aí portando uma karambit, e encarando de maneira Hisoka os folgados que vem andando em sentido contrário, para que saiam do caminho, porque mesmo dando uma confiança momentânea, esse método continua sendo um paliativo que está remediando o sintoma, não a causa, e portanto não é mentalmente saudável. Arrumar confusão de graça também não, para não prejudicar outros betas/ômegas que carregam o mesmo problema, isso é covardia. É assim que os alfas porradeiros agem: gostam de crescer pra cima dos aparentemente fracos, por sabem que são presas fáceis. Além do que, essa forma é não-efetiva, uma vez que gera mais danos a você mesmo sem DESENVOLVER HABILIDADES reais de luta. Sem isso, sua confiança ficará sujeita ao acaso de obter sucesso. 
A maneira correta é aprendendo uma arte marcial, seja de defesa pessoal (melhor), ou de prática corporal. Nada mais selvagem e animal do que estar sentando a porrada num saco de areia, com cada vez mais violência e auto-confiança. Nesse momento, o subconsciente réptil remete aos tempos de guerreiro paleolítico, o corpo libera adrenalina e hormônios de bem-estar, e você adquire e desenvolve autoconfianças insanas, firmes e apoiadas nas habilidades reais de luta e defesa adquiridas. Só assim o beta/ômega, que antes apenas se espelhava em Goku e Naruto, vibrando com seus animes de luta preferidos e sentindo pequenas doses de fodonice nas cenas de lutas, sentirá a fodonice própria e real de ser lutador, saber brigar e se defender. 

Ressalto mais uma vez que isso se trata de sanar um problema psicológico de baixa autoestima, e é direcionado unicamente para se sentir bem consigo mesmo. Não vão dar uma de porradeiros por aí, nem ser pau no cus com seus semelhantes - não preciso nem dizer que nunca podemos ter certeza 100% da forma que um aparentemente beta ou ômega irá acatar brincadeiras chimpísticas de macacos querendo crescer pra cima deles. Muitos chimpas gostam de pagar de bonzão para ter o ego amaciado, contam vantagem de “não levar desaforo pra casa”, e sempre querem sair por cima, principalmente quando tem mulher envolvida. Mas não vale a pena correr risco em brigas imbecis por causa de mulher. Brigas de rua não tem regras, mesmo que você saia vencedor, irá alimentar revides do nego que se juntam com a turma para pegá-lo “na saída”. Ou processos no judiciário, aí acaba perdendo é dinheiro, sujando a ficha. Não sejam otários, mulher sabe dar o fora em assediadores na sua frente, e se não o faz é para testar a reação do sujeito, ou colocar um contra o outro.

Concluindo, saber se defender é a forma de poder nos darmos um pouco de respeito nessa sociedade altamente competitiva e elitista das grandes capitais. Obviamente que ter um corpão malhado servirá para intimidar. Mesmo que na hora do arregaço, um bombado perca para um magrelo lutador, ele terá mais destaque com as mulheres, porém não é disso que estou falando. O tema proposto dessa reflexão foi o de sanar a baixa autoestima betística, que, consequentemente, trará muitos ganhos também, pois a autoconfiança nos impelirá para o sucesso social nas mais diversas situações rotineiras do cotidiano. 



Ok, muito boa e pertinente essa reflexão, e fica aí de alerta para aqueles que carregam a mesma sina JPBF.

Aviso: estou mudando o horário dos posts de 17:30 para mais cedo, às 07hs, mas vai levar cerca de uma semana para adaptar: escrever e programar os posts. Nesse período, o horário poderá ser aleatório, mas vou tentar deixar a mesma periodicidade dia sim dia não.


Próximo post: 19/08 (sexta-feira, anota aí)
Frequência de posts: dia sim, dia não, sempre que possível às 07hs;

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Continuando com a ótima indicação de músicas aqui no blog, a maioria do canal indie do extinto MixRadio, que trazia ótimas indicações na seleção de playlist, e que eu ouvia na volta pra casa tarde da noite do meu antigo trabalho, e que marcaram me nas noites de altas reflexões madrugada adentro/afora. Obstacle 1, Interpol, acho que a melhor dessa banda NY, com um ritmo e riff inconfundível, seguido de um solo viajante dukaralho, para todo JPBF relembrar as agruras e rejeições que de uma forma ou de outra o calejaram emocionalmente, e fiz fizeram-nos quem somos hoje.