domingo, 7 de agosto de 2016

Como viver o modo JPBF defensivo way of life apropriadamente


Trazendo à memória alguns causos jpbfisticos de minha vida ruim de pobre de merda, lembro-me de uma vez que gastei com roupas novas no intuito de impressionar. Os amigos e leitores do blog provavelmente vão se identificar, possivelmente tendo, pelo menos uma vez na vida, gastado dinheiro seja co. a saidinha da galera, para shows, bar ou baladinhas inúteis onde, dentro desses ambientes, gastaram mais ainda para tentar impressionar vadias pardas bostileiras de cabelo kolene e cinta-liga. As situações divergem, mas o modus operandi é o mesmo. O jpbf comum gasta tempo, dinheiro e esforço com coisas que a mídia, a sociedade e a HIPOCRISIA FEMININA sugerem que se você fizer, vai se dar bem com as mulheres. Mas nós sabemos e confirmamos cada dia que essa merda não é assim.

Hoje eu tenho orgulho de conhecer a real pobretana e vira e mexe algumas novas teorias e conclusões surgem nos comentários lá do pobreta, de coisas que tem benefício para o JPBF e que vale a pena por em prática. Algumas delas é bem possível que nós já praticávamos mesmo sem saber, como o modo zumbi e monk mode, dois modos de vida em que você taca o foda-se para a sociedade e não tá mais nem aí para as mulheres e sua hipergamia anti-homem pobre, beta e feio, e passa a usar o entretenimento tecnológico em casa para apenas viver aportando e curtindo a vida num casulo. Nada é mais glorioso e libertador do que esse recuo da sociedade feminista-petista-capitalista. De fato, muitas vezes, na calmaria da noite, no meu antigo trabalho, eu imaginava como eu estaria de boa morando sozinho em uma casa ou apartamento amplo e com escapes eletrônicos e renda suficiente para o básico das necessidades como alimentação, água, luz, internet. Eu mandaria essa sociedade de merda pra puta que pariu, e não queria saber de mais nada. Essa sociedade é um lixo. As bonobas brasileiras são um lixo. E trabalhar no bostil também é um lixo. Ganha-se mal, carga horária abusiva, chefes pau no cu, impostos obscenos deixando tudo caro, políticos de merda malditos esbanjando grana à custa dos trabalhadores de bem desse país. Tudo no Brasil é um lixo, mantido de maneira deliberada. Pra quê fazer parte dessa sociedade retardada? Não vale a pena ter emprego só pra poder impressionar pardas medianas ou competir com playboys FDPs. Se você não trabalha e tem dinheiro pra comer, ter entretenimento, games, internet, é um vencedor e deu.

Agora eu vou explicar o que é o modo zumbi jpbf defensivo Way of life, como vivê-lo apropriadamente e se vale a pena. 

Na minha visão o hack que apresentarei a seguir é um modo de vida válido sim apesar das críticas com ressalvas. Não se tem grana pra comprar o fino de aquisições em prol do desenvolvimento pessoal enquanto não se é um empresário ou médico fodão, então não tem problema nenhum em segurar as necessidades com o máximo de frugalidade muquirana mas sem negligenciar meus escapes prediletos reflexivos à margem da sociedade. Faltava só morar sozinho numa quitinete pra fechar o esquema.

Para ter uma renda, e como não tenho nem quero emprego, posso vender picolé ou sacolé numa caixa de isopor com uma boa margem de lucro e aceitação popular numa cidade tropical como é aqui. Depois em outro post, falarei sobre opções para o JPBF se manter durante o curso de medicina.
Como viver o modo zumbi JPBF defensivo apropriadamente

Aqui está o nível de socialização graduada definitiva e comentada, baseada na quantia de renda que qualquer jovem beta chimpa pobretão de verdade pode conseguir. 

*Aqui eu tomei a tabela com base numa margem de 0,30 de lucro líquido por "item de biboca vendido", o que é comum para picolés, por exemplo, dependendo da escolha do preço de venda baratinho. Eu escolhi sacolés/geladinho/din din, depois explico o porquê.
Vamos lá: 



Acima 18/dia = 162
IF entretenimento
(no social)
Aporte: 85


Comentário: If de entretenimento significa presentear um escape pra você, um jogo novo, a conta da Netflix, no meu caso é colocar no mínimo um pacote de internet móvel no celular pra navegar nos meus escapes de lei - o blog do pobreta, fóruns, acompanhar o debate das notícias da atualidade (pro Enem), fotos de nudes pros faps semanais quando não tô depressivo, fanfics (sim, eu leio fanfics, agora não por causa dos estudos, mas leio de madrugada, às vezes).


Acima 30/dia = 270
Estética com naturais (no social)
Aporte: 120


Comentário: Depois de muita análise e reflexão detalhada, cheguei à conclusão de que o JPBF precisa investir primariamente em imagem pessoal. Por quê? Simplesmente porque significa auto-estima, e facilita o desenvolvimento de habilidades sociais que serão úteis, por exemplo, na construção de um network, numa seleção de estágio ou cargo profissional. Então, quando se fala em gastos estéticos, estamos falando também em investimento pessoal válido. No caso, eu coloco estética com naturais por serem, obviamente, naturais, e baratos, sem toda aquela adição de industrial que você não consegue nem ler o nome, e sabe-se lá se não tem efeitos adversos e deliberados da nova ordem mundial hehehe. Estes produtos naturais para estética podem ser: Máscaras esfoliantes de mel, hidratantes de mamão, anti-oleosidade com bicarbonato de sódio, dentre outros que ainda serão tema de posts por aqui.

Acima 50/dia = 450
Natação e violão (social coadjuvante)
Aporte: 155


Comentário: Ah, observe que aqui já temos um nível de socialização programada, como coadjuvante. No anteriores, você leu "no social", que é a nova forma do blog de se referir a ausência de contato social inútil e as vezes até prejudicial para o jovem que é pobre, frugal, beta e feio e que está buscando sair da merda por meio do desenvolvimento, dos aportes e da rotina de estudo insana para medicina ou concursos públicos fodas. A natação e o violão já conferem um status mais elevado para o JPBF esperto, concede autoestima e é uma atividade prazerosa que tira a imagem de que o cara é um fudido total esquisito sem dinheiro pra nada. Aliado aos cuidados estéticos correndo em paralelo, e umas fotos nas rede sociais, as vadias e merdalheres já começam a ficar de olho, e o jpbf aqui precisa tomar cuidado pra não soltar informações preciosas do que está buscando para o seu desenvolvimento financeiro. Sim, paspalhos, não se comenta nem se tenta meter a real por aí com o brasileiro médio, não sejam idiotas. Para os bostileiros e vadias conhecidas de vista aqui, o que eu ando fazendo é alvo de frequentes sondagens e suposições, mas eu já deixei claro as instruções para aqueles que sabem (parentes) não soltarem informações. Já quando alguém vem com sondagem pro meu lado, nas raras chances que tem, eu mesmo desconverso sobre as dificuldades de se arranjar emprego nessa crise, e deixo que concluam que sou um fudido de merda, enquanto eu venho comendo por fora. No Brasil, terra de complexados e invejosos, é assim; você tem que comer na moita e no migué. 

 

Acima 60/dia = 540
Cabelo (coadjuvante expansão)
Aporte: 185


Comentário: Para alguns separar uma quanto x por mês para o cabeleireiro profissional é frescura, mas eu ando percebendo que essa nova geração que vem aí está com o cabelo liso em camadas nos trinks desde pequeno mesmo vindo de famílias perifentas. Toma no cu que isso é natural, porra nenhuma. Eu sempre quis saber qual é o nome correto desde tipo de tratamento no salão. Uns dizem alisamento, outros relaxamentos, mas nunca cheguei à uma resposta segura. Então com minha renda neste nível eu chego no salão e explico o jeito que eu quero pro viado lá mesmo que tenha que fazer por etapas (cortando as laterais e deixando crescer em cima) e se eu ver que ficou bom, beleza. Do contrário, ou se ele não souber nem o que está fazendo eu mudo de salão. Quem já tem o cabelo bom e está satisfeito, ou cabelo ruim pixaim que só presta curtíssimo pode tentar outra coisa aí de livre escolha. Uma limpeza de pele, quem sabe?

Acima 80/dia =720
Arte marcial (alfa observacional, individual com fotos)
Aporte: 235


Comentário: Com uma renda acima de 720 eu já tenho: Entretenimento, gastos estéticos, violão/natação e cabelo/esteticista. O que vem a seguir é uma arte marcial. Não opto por academia porque se você não tem uma dieta com o fino das proteínas e o fino dos esteróides é dinheiro jogado fora ficar puxando ferro revezando equipamento com bostilentos peidadores de whey/albumina e ver merdalheres levantando o cu diante do espelho pra alimentar o ego esfomeado. Nos EUA a base do exercício físico é abdominal, agachamento, flexão e barra e deu; tudo isso eu posso fazer em casa ou numa pracinha, e ainda por cima de graça! Chamam-se calistênicos/bodywork e na blogosfera americana ou youtube, tem dezenas de sites/vídeos explicando como fazer. O dinheiro gasto com academia de merda pode ser usado para uma arte marcial tipo essas baratinhas estilo inclusão cultural, e a que eu mais estou afim de fazer é Tae kwon Do. Como vocês sabem, tá cheio de macaco treinando jiu-lixo e, portanto, diminui o valor. Se formos pensar em status agregado, o tae, o kung fu, (krav magá é defesa pessoal, na verdade), e vá lá o muay thay, são as artes marciais com mais valor agregado. Além de conferir atitude, confiança, desinibição e aumento da testo, vem com o bônus de um status porque dá a impressão de uma classe social mais elevada ao praticante. Mulheres molham a calcinha por lutadores, isso é fato, porém mesmo entre lutadores e lutadores à uma imagem atrelada à cada um. É óbvio que depende do físico conquistado, mas quando eles são equiparáveis, um capoeirista dançarino africano e um jiu-jiteiro macaquento nunca serão um tae, ou kung fu. Sei que essas artes são de um público de maior poder aquisitivo (vai treinar no meio de alfas, vai observando) mas às vezes tem uns projetos comunitários que já servem. No mínimo, se não achar um, optarei por muay-thay ou judô, nessa ordem. 

 
Ideal 120/dia = 1080
Social (alfa observacional, grupo com fotos)
Aporte: 535 


Comentário: Este aqui seria uma renda ideal pro desenvolvimento do JPBF, e fazendo tudo isso que eu mostrei, ele já seria um beta melhorado, podendo até se dar o luxo de fazer social com turma de emergentes, de semi-alfas, sei lá (não estou falando de andar no iate dos playboys e patys, entendam os nichos que podem se meter). Os mais muquiranos que pretendem entrar no jogo já com uma virada radical podem reservar o dinheiro para mais ups que não coloquei aí: Correção dos dentes, aulas de dicção, etc. A lista é ampla.

Agora, explicando rapidamente os sacolés: São mais simples de fazer e a margem de lucro vai de 0,50 à 0,70 pelo que já calculei aqui (margem acima do que eu coloquei na tabela, e poderia ser mais se comprasse os produtos na central de abastecimento e não no mercado, coisa que vou fazer nos próximos meses).     Os picolés caseiros (liga e essência) acredito que também aumente a margem de lucro, mesmo assim é trabalhoso colocar nas formas, camisinhas e palitos.

Ah, sim, sem esquecer os betas que nem precisam trabalhar se não quiserem: Vejam como vocês estão é na boa. É para estarem sorrindo à toa. Só não desistam de serem ricos.

Concluindo, JPBFs não precisa ficar competindo com alfas que já nasceram com a vida ganha e são modelos de padrão mostrados pela mídia, mas devem sim buscar a IF. Não há nada de bom nessa vida pra quem não é rico. Você não vive sem ser rico ou ter dinheiro, apenas faz experiências legais escapísticas pra esquecer por um momento efêmero, o sistema trabalhista opressor da sociedade. Por isso em cada nível da tabela eu mostrei um aporte, mesmo lixento, para adquirir o hábito de juntar aportes cada vez maiores até que seu montante na renda fixa ou poupança comece a caminhar sozinho e pagar seus devidos juros para podermos parar de trabalhar, de se preocupar, de se cobrar, e então poder curtir feliz à vida.  


Forte abraço

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