sexta-feira, 5 de agosto de 2016

O futuro da IF são as cidadezinhas. Uma nova esperança para o pobre beta aportador


Muito se discute, na blogosfera, a respeito do grande Roger da cidadezinha (sim, a figura que começou o lance de ser o alfa do "interior") ter sido ou não um fake. Um troll que se divertiu atrás do anonimato da internet fingindo ser alguém que gostaria de ser, provavelmente uma projeção exagerada utópica do que ele mesmo seria na realidade, mais ou menos à mesma forma do que falam sobre o caso Jhon Reese nos redutos da real (depois falaremos também desta treta). Em seu post de fechamento, antes de excluir o blog, Roger afirmava terem sido todos aqueles relatos, fictícios, mas é claro que seus leitores interpretaram como uma maneira de despistar as citações no blog da feminista. Tenho minhas ressalvas, admito, de ser o Roger, na verdade um mero personagem, e tomo por base o fato dele ter afirmado em um dos seus posts, ter uma quantidade de 10k visualizações em um mês. Geralmente esse massivo índice de audiência é característica de "experimento de engenharia social" - é quando você tenta incutir uma nova ideia no subconsciente coletivo. Paleo, estoicismo, no blog do pobreta, para citar dois exemplos célebres. Mas o que pretendia quem supostamente estava por trás do referido personagem? Induzir e levar a degeneração sexual, que já existe, diga-se, às pequenas cidades, seria isso? Não temos como saber. Mas independente de ser fake ou não, o lance de ser o alfa de uma cidade pequena é perfeitamente possível e fica como legado para todos da blogosfera realística, o que de aprendizado podemos tirar do antigo blog do El Viável.

Agora, cada vez mais pobretões aportadores, imunizados contra a marrix, estão novamente esperançosos, ao perceberem que podem ser os alfas locais de micro-universos sociais longe das capitais e grandes centros urbanos, onde a competição reina insana e o jogo do mercado sexual é cruel e implacável para com os jovens betas ômegas e pobretões. Pela menor demanda de alfas, as mulheres de cidadezinhas não se tornam tão exigentes quanto às putas hipergâmicas de nariz empinado das grandes capitais, e se contentam com menos. Para uma mulher do interior, só um convite à praia já é visto com entusiasmo, boa vontade e brilho no olhar, até mesmo uma réles ida ao cinema numa cidade vizinha é recebida com agrado porque na cidade pequena não tem muito o que fazer. Tá cheio de puta também, não pensem que o conservadorismo patriarcal e valorização da virgindade imposta com limites morais pelo pai autoritário ainda impera nos lugarejos afastados do modernismo urbano. Mas, se é que podemos colocar nestes termos, pelo menos não há uma cobrança e insatisfação ou traições tão escancarada quanto nas cidades médias para grandes. Além disso, a oferta de machos destacados possivelmente assediando sua pretendente é menor, e você não precisará lidar com comparações frequentes. Por isso que o projeto de morar em cidadezinhas tendo dinheiro é muito válido.

Mas o que podemos esperar de uma cidadezinha? O que eu, na condição de beta, magrelo-baixo, mas futuro destacado alfa financeiro da medicina, pretendo encontrar numa cidadezinha de menos de 5k habitantes do Sul do Brasil? (Sim, vamos deixar claro que a região sul, tanto pela colonização européia, como pelo clima de frio gostoso e civilizado é preferível). Primeiro, não se trata apenas de mulheres bonitas e menos exigentes, como pensam os manginas. Longe disso. Mas podemos colocar no pacote de fatores que motivam essa decisão, é claro.


Gatinhas polaquinhas do Paraná, esperando seu futuro alfa ex-beta de merda, médico fodão
Entre outros motivos, talvez o principal, é o destaque social. Não existe felicidade sem destaque social, de fato, é provável que você já percebeu isso. Se você é jovem, pobre, feio e beta, em sua escola já deve ter assistido ao sucesso dos alfas e patys de famílias nobres, de perto sem no entanto, poder participar. Você vê garotas branquinhas, loiras, bonitas, simpáticas de dentes brancos e rostos limpinhos e hidratados, desfilando naquelas calças gostosas de estudantes, o moleton amarrado na cintura ou quem sabe aqueles shortinhos sexys de vôlei, é claro que já viu, sem ao menos poder dar um oi sem tomar uma cara de desprezo. Ou poder trocar uma conversa receptiva sem respostas monossilábicas, com cara de cu da contra-parte. Tenho certeza que grande parte dos betas da escola que tentavam alguma coisa pro lado amoroso sempre ficavam na zona da amizade - aquele tratamento que a garota te dá para não dizer sim, mas também não dizer não ou sendo totalmente antipática perdendo um babaca apaixonado para levantar-lhe o ego. A outra parte de betas nem sequer tentavam, sabendo, mesmo que inconscientemente que não teriam qualquer chance. É obvio e até mesmo natural nós sentirmos essa inferioridade. Nossas peles zoadas, oleosas, cabelo ruim e roupas baratas, a alimentação precária e anos condicionamento servil, andando de ônibus, e sendo filhos de operários que não tem condição alguma de sequer manterem a si mesmos, automaticamente esses fatores minam nossas autoestimas e então crescemos sem autoconfiança acostumados aos fracassos e dificuldades da vida pobretística. Os jpbfs, nos tempos de escola, se juntavam apenas com outros jpbfs introvertidos, formando o grupo de nerds, enquantos os alfas de berço, com acesso à todo o conforto e qualidade que o dinheiro de pais estabilizados poderia proporcionar (cuidados estéticos, boa alimentação, natação e aulinhas de violão pra monopolizar a atenção nas rodinhas durante o intervalo, roupas de qualidade e carro com ar condicionado) e possivelmente alguns supra-betas que se destacavam nos esportes, é quem recebiam atenção, risinhos, eram tidos em alta nas fofocas das garotas, e também conversas com evidente esforço da contra-partida feminina de puxar e manter o assunto. Tudo isso era e continua sendo extremamente doloroso para o beta ou macho ômega porque biologicamente você sente que seus genes estão sendo rejeitados e que você não serve pra relacionamento/reprodução. E não adianta contra-argumentar, dizer que não é bem assim; não tem jeito, o homem só se sente plenamente satisfeito quando sente que é pelo menos visto pelas mulheres bonitas.

Agora me diga você: vale a pena para quem nasceu e cresceu beta lixo imundo, cumprindo apenas um papel de mero expectador do sucesso dos alfas como um vira-lata olhando os frangos girando na vitrine da galeteria (pois só é permitido aos betas secar as mulheres lindas e gostosas sendo totalmente impossível desfrutar de algum prazer com elas) conquistar a sua independência financeira depois de ter estudado e ralado muito para ter uma formação pica e empreendido e aportado anos para depois de tudo ser mais um novo rico, mas invisível e insignificante no meio de tantos playboys e patricinhas que existem nas grandes cidades? Se você acha que sim, pois de qualquer forma, este beta lixo imundo entrou para a roda das pessoas que "venceram na vida" e vai aproveitar a vida com qualidade mesmo que seja só mais um entre milhares de outros ricos iguais à ele, eu respeito tal opinião. É menos concorrentes nas gloriosas terras feudais.
Nas cidadezinhas, mesmo um supra-beta desenvolvido pode se tornar um alfa como em um passe de mágica e desfrutar de todas as benesses dessa posição social, ser respeitado pela sociedade, ter grande status social e ser visível às garotas gostosinhas do local. Com uns 6k mensais você já entra no top 5% dos burgueses do local, mesmo que nas capitais você seja só um beta de merda, pois em cada contexto social existe um tipo de alfa e nas cidades pequenas você não precisa ganhar 100 mil por mês para se viver bem sendo alfa e com destaque social. Basta apenas fazer as escolhas certas e estar no lugar certo, pois com apenas com alguns bens materiais e hobbys interessantes você pode se divertir bastante, levar uma vida digna de qualidade e ainda ganha as gatinhas de bônus.

Contudo, como falei anteriormente, a mudança para uma cidadezinha não é motivada exclusivamente pelas mulheres, e há outros fatores que levo em conta como suficientes para fugir das cidades grandes. Trânsito frenético, engarrafamentos, favelas, vizinhos chimpas invejosos, rodas de samba/funk imundos domingo à tarde tirando a tranquilidade da rua inteira, e preços abusivos inflacionados de qualquer merda que se venda numa capital, desde serviços (muitos malandros mal intencionados) ao mercado imobiliário.

Para quem disser que numa cidadezinha não tem nada para fazer eu discordo. Com minha IF garantida e uma alta renda passiva caindo na conta todo mês, eu posso ir numa cidade média e aproveitar só o que tem de bom lá. Já vou com uma das gostosinhas do local e com status garantido sem precisar ficar agradando e se esforçando com patricinhas exigentes ─ posso muito bem levar uma garota da cidadezinha, tendo uma relação muito satisfatória vendo cada conversa minha sendo correspondida com respostas agradáveis e expressões corporais de simpatia por mim, e até exibí-las eventualmente numa viagem à uma capital, de passagem, só para aproveitar algumas belezas naturais e paisagens turísticas. E aí eu observaria que por onde passarmos, os caras ficariam olhando para minha gostosinha, olhando para trás de volta quando passássemos em sentido contrário, meio que invejando ou gravando uma imagem para depois, e isso seria incrível ─ seria como se eu estivesse dando o troco de toda a humilhação que há havia passado ao ver alfas bonitões, altos, atléticos, ricos desfilando com mulheres de estupenda beleza de rosto e de corpo, meio que querendo se auto-afirmar na sua superioridade perante betas, ômegas e medianos comuns. Aí entraríamos no mar e eu experimentaria a sensação de ser bem tratado na praia por uma mulher bonita, obtendo beijinhos e abraços, sentindo a sensação de ser alfa fodão tomando conta do meu ser. E a sensação de ser tratado como alfa pelas mulheres é uma sensação muito boa. Poder pegar mulheres bonitas e ver elas se esforçando para continuar com você é muito bom para o ego, e, sem conversa mole cara, é algo que faz muito bem para o homem.

Numa cidadezinha pacata de menos de 5k habitantes, tenho vontade também de levar alguns projetos que antigamente eu pensava aplicar aqui mesmo no contexto social da capital, obtendo resultados, possivelmente ainda mais satisfatórios. Tenho percebido que garotas bonitas e gostosas em lugar nenhum curtem caras com jeitão de nerd, por isso você precisa mostrar um hobby de aventura, para passar a imagem de um cara aventureiro e descolado. Sem falar que ter um hobby de aventura passa a impressão de um cara com status mais elevado, você não fica parecendo um merda que só trabalha e tem dinheiro para sobreviver. O Roger tinha as trilhas de moto, coisa que também não descarto, porém minha ideia é praticar arco e flecha nos campos e pradarias de clima gostoso e ameno da gloriosa região sul. Um esporte nobre e que remete à tempos paleolíticos, portanto viril e molhador de calcinhas. Outros hobbys incluem montar uma banda de garagem para tocar alguns covers no barzinho e entreter a galera com habilidades que me garantiram também o domínio do alfismo social incontestável da cidadezinha (nem preciso dizer o quanto mais bônus vem junto com isso). O engraçado é que esses eram projeto que eu tinha registrado no caderno para fazer aqui na cidade grande, com o intuito de meio que mostrar para todos que eu era uma pessoa muito interessante e com potencial de alto valor social que eles não perceberam antes, mas agora vejo que essa intenção demonstra um apego ao passado, e valorização da aprovação de gente que não tava nem aí pra mim, inclusive tendo participado como algozes de alguns episódios de humilhação da minha persona ômega quando eu era tímido e inseguro. Eu realmente não tenho parte alguma com eles.



Enfim, concluindo, não é apenas por um motivo que eu já decidi me mudar para uma cidadezinha quando atingir a IF, e sim por um conjunto de fatores., ou seja, pelo custo benefício imensamente maior de ficar se comparando e apenas batendo palmas como um mero expectador para o sucesso dos super alfas financeiros e bonitões das grandes cidades. É preciso fazer a escolha entre ser apenas um mediano das capitais ou um alfa de verdade nas cidadezinhas com muito mais facilidade e resultados satisfatórios para, pelo menos, o que pode almejar um beta que nasceu e cresceu vivendo como lixo entre à nobreza, e agora tem condições relativas de meter a mão e sentir o doce sabor desse bolo também. E aqui, a loucura nunca para pois o sonho do milhão reluz com a filosofia JPBF, bastião de resistência contra o consumismo, Apple, PUAzice, manginice e a corrida opressora dos ratos. E o sonho de encontrar um recanto tranquilo e bonito para o beta pobretão vencedor segue firme e forte onde buscarei lugares interessantes para se viver com gatinhas de recatada beleza loira/polaquinha inspiradora.


Forte abraço.

Nenhum comentário:

Postar um comentário