Uma vez por semana fazemos uma maçante atividade interdisciplinar, que envolve três cursos: enfermagem, medicina e odonto. Quatro alunos por turma.
Num dos encontros desse mês, tivemos que preencher uma planilha tosca patenteada por uma mestranda em administração, para "ajudar o processo de planejamento". Como ninguém estava se mexendo para começar a atividade, parecendo mongos tímidos do pré, num baile de formatura, eu resolvi tomar a liderança.
Era para ser uma coisa simples. Apenas repassar o que estava escrito em post-its. Porém, na primeira tentativa eu escrevi no lado errado, e batatei de leve quando o post-it não colou. Rendeu uma risada descontraída de colegas de turma, mas uma paty gamer deixou escapar um comentário para me ridicularizar.
Ficou um clima muito azedo no momento seguinte. Felizmente, sou polido o suficiente para não fazer ameaças em público, mas não deixa de haver a possibilidade, se algum dia eu achá-la conveniente. Ela é muito parecida com a patricinha do tapa, impressionante a similaridade.
Lembro-me dum ensinamento do Roger (o grande El Viavel) que disse certa vez: se você é visto como beta em um grupo social, não adianta querer agir como alfa (liderante). As mulheres não aceitam serem conduzidas por um beta e logo tratam de escorraçá-lo para o seu lugar de subhomem, feito um cão sarnento. Porém, esse mesmo beta, em um grupo social onde ele é visto como alfa do lugar, automaticamente as pessoas vão se calar para ouví-lo, pedir sua opinião, dar atenção, e ele passará a agir como líder, naturalmente.
Pra ser honesto, eu estava ciente das segregações que passaria num curso elitizado e me comprometi à relevar essas situações, desde o início. Acontece que, uma attwhore de enfermagem não fazia parte dessa restrição.
Na semana seguinte tivemos prova multi-turmas, o que serviu para dar um tempo. Eu acredito que, quando uma pessoa lhe ridiculariza, ou lhe faz bullyng, esta pessoa vampiriza sua autoestima, a sua autoconfiança. Até que você revide de alguma forma. É nisto que eu acredito.
Duas semanas depois, nos reunimos apenas para uma intervenção (atividade de campo), numa escola de nível fundamental. Uma orientação de vacinação à crianças de 12 anos. E eu, já sem nenhum tostão nesse fim de mês, tive que me deslocar de bicicleta, no sol quente do meio-dia. Tive que fazer esse sacrifício, senão reprovaria por falta.
As crianças perguntaram se o playboy (colega de curso meu) era alemão, por ele ser loiro. Ele riu que não, ao que os meninos disseram "é sim, e ela é australiana", referindo-se a putinha gamer de enfermagem (por ser ruiva).
Senti.
Sabe uma coisa? Sinto tanto que essas colheres não tenham brio social para guardar suas opiniões para si, em prol do bom convívio. Sei o que sou para mim e sei como sou visto pelas outras pessoas, não preciso que me digam. Não me iludo. Sei que ser manlet é muita desvantagem. Mas relaxe, não é necessário vencer. Apenas parecer que venceu.
Depois de concluir a intervenção, mantive em mente essa reflexão. Voltei direto para casa por um caminho direto, sem trânsito. Em uma rua, alguém se preparava para tocar flashback dance de uma banda de baile das antigas. Ainda ouvi um trecho, que me trouxe recordações.
Comfy.
Chegando em casa, terminei de passar a limpo alguns escritos e escrevi esse post no celular, ao som de "The world at large", exatamente como mostra a imagem, no escuro, com a luz do quintal acessa. Um torpor agradável, tomou conta do meu ser, enquanto lurkava no channel, ao ponto de não fazer nenhum movimento, não ter nenhum pensamento. Difícil descrever isso. Talvez, "calmo como um lago de águas tranquilas" seja o mais perto.
Enfim, é isso. Só quero terminar esse curso numa boa, sem dar trela para panelismo. Será que é pedir demais, meu odin? Meus rivais são outras, e quero me focar nelas. Encher o insta de fotos conceituais, com alto valor agregado e sorrir pepe para elas, quando estiverem balzaqueando. O plano permanece o mesmo.
Num dos encontros desse mês, tivemos que preencher uma planilha tosca patenteada por uma mestranda em administração, para "ajudar o processo de planejamento". Como ninguém estava se mexendo para começar a atividade, parecendo mongos tímidos do pré, num baile de formatura, eu resolvi tomar a liderança.
Era para ser uma coisa simples. Apenas repassar o que estava escrito em post-its. Porém, na primeira tentativa eu escrevi no lado errado, e batatei de leve quando o post-it não colou. Rendeu uma risada descontraída de colegas de turma, mas uma paty gamer deixou escapar um comentário para me ridicularizar.
"Tsc, esse menino é doido" - destilou, com tom de desprezo.Isso mesmo: menino. Enfatizando que não tenho porte de homem - o que não deixa de ser verdade. 1,60m é puro lulz.
Ficou um clima muito azedo no momento seguinte. Felizmente, sou polido o suficiente para não fazer ameaças em público, mas não deixa de haver a possibilidade, se algum dia eu achá-la conveniente. Ela é muito parecida com a patricinha do tapa, impressionante a similaridade.
Lembro-me dum ensinamento do Roger (o grande El Viavel) que disse certa vez: se você é visto como beta em um grupo social, não adianta querer agir como alfa (liderante). As mulheres não aceitam serem conduzidas por um beta e logo tratam de escorraçá-lo para o seu lugar de subhomem, feito um cão sarnento. Porém, esse mesmo beta, em um grupo social onde ele é visto como alfa do lugar, automaticamente as pessoas vão se calar para ouví-lo, pedir sua opinião, dar atenção, e ele passará a agir como líder, naturalmente.
Pra ser honesto, eu estava ciente das segregações que passaria num curso elitizado e me comprometi à relevar essas situações, desde o início. Acontece que, uma attwhore de enfermagem não fazia parte dessa restrição.
Na semana seguinte tivemos prova multi-turmas, o que serviu para dar um tempo. Eu acredito que, quando uma pessoa lhe ridiculariza, ou lhe faz bullyng, esta pessoa vampiriza sua autoestima, a sua autoconfiança. Até que você revide de alguma forma. É nisto que eu acredito.
Duas semanas depois, nos reunimos apenas para uma intervenção (atividade de campo), numa escola de nível fundamental. Uma orientação de vacinação à crianças de 12 anos. E eu, já sem nenhum tostão nesse fim de mês, tive que me deslocar de bicicleta, no sol quente do meio-dia. Tive que fazer esse sacrifício, senão reprovaria por falta.
As crianças perguntaram se o playboy (colega de curso meu) era alemão, por ele ser loiro. Ele riu que não, ao que os meninos disseram "é sim, e ela é australiana", referindo-se a putinha gamer de enfermagem (por ser ruiva).
Senti.
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| Impressionante a similaridade dos traços faciais dela, com a pseudopatricinha do tapa |
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| Embora a metida a lésbica agora esteja com outro visual, umas mexas loiras e tatuagem |
Sabe uma coisa? Sinto tanto que essas colheres não tenham brio social para guardar suas opiniões para si, em prol do bom convívio. Sei o que sou para mim e sei como sou visto pelas outras pessoas, não preciso que me digam. Não me iludo. Sei que ser manlet é muita desvantagem. Mas relaxe, não é necessário vencer. Apenas parecer que venceu.
Depois de concluir a intervenção, mantive em mente essa reflexão. Voltei direto para casa por um caminho direto, sem trânsito. Em uma rua, alguém se preparava para tocar flashback dance de uma banda de baile das antigas. Ainda ouvi um trecho, que me trouxe recordações.
Comfy.
Chegando em casa, terminei de passar a limpo alguns escritos e escrevi esse post no celular, ao som de "The world at large", exatamente como mostra a imagem, no escuro, com a luz do quintal acessa. Um torpor agradável, tomou conta do meu ser, enquanto lurkava no channel, ao ponto de não fazer nenhum movimento, não ter nenhum pensamento. Difícil descrever isso. Talvez, "calmo como um lago de águas tranquilas" seja o mais perto.
Enfim, é isso. Só quero terminar esse curso numa boa, sem dar trela para panelismo. Será que é pedir demais, meu odin? Meus rivais são outras, e quero me focar nelas. Encher o insta de fotos conceituais, com alto valor agregado e sorrir pepe para elas, quando estiverem balzaqueando. O plano permanece o mesmo.
Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima





Você se arriscou demais... Tentar liderança sendo beta, diante de acadêmicos de enfermagem (90% queriam medicina e perderam a vaga para você, logo farão de tudo pra demonstrar superioridade diante você justamente por que te vêem como um beta indigno de um curso de elite) e ainda errar é pedir pra ser zoado.
ResponderExcluirTem que seguir a lógica que eu aplico nos games de tiro em primeira pessoa (sim, sou meio nerd, completo beta, sem vida social e em uma cidade estranha, sobra só o game), ir atrás do fodão (segue o líder) e complementar o trabalho dele. Ninguém te odiará a mais por isto. Sempre preferem caçar quem se destaca. Para um JBPF ser medíocre é o caminho mais seguro.