sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Metas para 2017

Em 30 de janeiro de 2016 eu escrevi entre as notas do caderno de rotina 1, no evernote, as metas 2016. 

Antes daquele tempo, alimentei, acordado sob a luz de estrelas por dois anos, expectativas com lucros no empreendedorismo de bibocas.

O ano veio e passou. O projeto de bibocas fracassou. Ficou uma certeza marcada.

Ficou muito claro que este país tropical não é fértil para empreendedorismo quando se começa de baixo. 

Investimento é tesouro direto e selic, e semelhantes que sejam certeza do dinheiro render (um pouco acima da inflação e só), é o que deve ser feito.

A partir desses aprendizados, passei a reconsiderar essas expectativas, para desejar coisas que eu considero pé no chão, ou seja, realistas. De acordo com a realidade.
A minha realidade, por sinal, é de se contentar se tiver o que comer no dia seguinte, então o que de bom vier, já é lucro. 

Mas fica o receio, porém, de não estar aproveitando a vida, em cada uma de suas fases corretas. 

Pois eu já tive experiências ruins com isso, como relatei no início, e acredito que é ponto comum. Ter crescido sem amizades, sem interações grupais elevadoras de auto-estima, é uma realidade geradora de prejuízos na personalidade para a vida toda. Você passa a remoer um passado perdido.
É por isso que eu não quero deixar de dar uma atenção especial nisto. Em 2017, até o fim do ano, são minhas metas:

1. Social. Começar a arranhar o violão e ter uma noção de canto. 

2. Social. Ir num festival de música.

3. Financeiro. Juntar pelo menos 4k até 2018.

4. Acadêmico. Obter melhores notas, pro boletim.

Bom, quanto à outras coisas, praticar o inglês, corpo/saúde, estética com naturais, acho que é de hábito. 

Baixei a bola. 

Dar um passo de cada vez. Apreciando a jornada.

Até a próxima

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