Droga, acabei de lembrar do seminário idiota de metodologia. O mais difícil é reunir o grupo, que é do 4p, e saber onde pesquisar o tema. Ainda por cima, temos que ler o tema dos outros grupos para fazer a avaliação. Ok, amanhã vejo isso, ou tento pedir dica com o padrinho do meu padrinho.
Amanhã também talvez minha mãe envie mais um depósito de cem. Tem tanta coisa para fazer com esse dinheiro. O que faço primeiro? Qual a prioridade? Ontem refleti como é bom ter uma grana na conta, um dinheiro para, por exemplo, nos domingos, dar aquela pausa no estudo para comprar uma fatia de bolo na padaria, aproveitando para espairecer no caminho. Bolo tão gostoso e com duas camadas de recheio, por apenas 2,50. É muito barato. Se bem que eu também acho proveitoso almoçar e jantar no RU, e agora lembro que devo quitar o boleto atrasado de 45,00.
Porém, botar o notebook em casa, no banquete, e digitar utilidades do livro, é melhor do que rascunhar lá no campus. Fora que o jantar, quando anoitece, é um pouco depressivo, estando longe de casa. Na real, pesando as vantagens e desvantagens, acho melhor só ir pra almoçar no RU, sábado e domingo, e voltar para estudar em casa. E por isso mesmo preciso de uma camisa manga longa, pra não pardar no sol. O boné encardido, já tenho. Além disso, é oportuno para varrer a casa, limpar o armário e lavar umas roupas, ganhando em satisfação por realizar tarefas domésticas. Como foi ontem.
Mas ficar sem dinheiro é horrível, bixo. Depender de parentes para almoçar e jantar, a hora que eles quiserem colocar. Bom é ser independente, e por isso devo começar a vender brownies.
Os brownies
Basicamente o que falta são os adesivos e saquinhos embalagens. Os ingredientes já tenho, falta apenas uma compra de chocolate. Ou então de serenata, pra vender e compensar os ovos.
Em medicina, não há espaço para medíocres
Dia recente tivemos pediatria clínica, e foi contado como alunos do segundo semestre (hoje quarto período), fizeram curso de férias, já trabalhando no registro de pacientes, apresentaram cientec, apresentaram projeto de extensão, entraram na liga de cardiopediatria, e estrearam um congresso sobre tema tratado nessa liga. O empenho e pró-atividade os renderam bolsa de iniciação científica remunerada, no qual já publicaram artigos e definiram o TCC deles, que está em andamento. Entre os alunos, reconheci um que entrou como meu padrinho (emergente), e umas patys e playboys da minha turma (que eu nem ficara sabendo dessas atividades paralelas), além de de outra que sei já ter apartamento e carro próprios.
Confesso que entrei em medicina não levando a sério, mas depois dessa tenho que rever minha dedicação. E é o que estou fazendo.
Desenvolvimento social
Boto Oblivius pra tocar.
Assim que eu me forcei mais para um social, na disciplina optativa de lazer, parece que o universo está convergindo para colocar outras situações sociais na minha frente. No mesmo dia que teve o primeiro encontro dessa disciplina, ainda peguei no final uma célula daquela RHM, numa casa de condomínio. Mas eu fora lá a negócios (doceria). Ou seja, eu tinha algo a agregar, e usei de ancoragem para manter dois betas em órbita, na conversa, me fazendo ali de centro social. O que é não é tão difícil.
Um dos betas é suprabeta social, 1,83m, estagiário do BB, o que pode ser pouca bosta, mas naquele contexto de subúrbio é bem quisto. Quero dizer com isso, que não é preciso ser ator de malhação para ter um senso de valor, apenas demonstrar que você é um beta em desenvolvimento. O outro beta, por outro lado, não quer coisa com coisa, e por vezes ficava sobrando, então eu agi como diplomático, o incluindo na conversa em momentos pontuais.
Só essa bosta de ficar socado numa panelinha, em outras palavras, não ser visto sozinho, já te coloca no radar de mulheres, e teve um momento que uma pardinha submediana inventou pretexto de falar qualquer coisa com o suprabeta, para chamar minha atenção. Se eu continuar nessa "célula" devo usá-la de ponte pra chegar numa outra, de perfil uns 1,60m relativamente mediana, falsa loira caucasiana de uns quinze anos. Uma possível candidata à "ain best friend" para aparecer com frequência comigo em fotos conceituais pro instagram. Mas isso é besteira, não estou investindo sério.O segredo é não querer.
Até aqui não reconheci nenhum shit teste ou barreira para comigo, visto que é um ambiente de "igreja", ou seja, forçado, e depois a maioria sabe que faço medicina.
Na faculdade, a hostilidade pode ser maior, devido à condição financeira dos patrícios. Dificilmente dá para começar de cima, mas talvez dê para ir galgando grupos de wojacks com menor vs. Vamos ver.
Já no outro dia, fiz o suprabeta social me pagar um açaí com sanduíche numa lanchonete, o que foi minha janta, e depois fomos à mocidade dessa igreja. Pulei, dancei, gritei,o maior cringe, vestindo uma personalidade social. Mas depois acredito que melhorei minha voz em 15% com isso. Ainda é preciso continuar treinando.
Outra cena que vale a pena falar, foi quando estava lurkando na lanchonete de CT e passou uma putinha gamer vendendo brigadeiro de mesa em mesa. Perfil, uns 1,70m, cabelo curto castanho claro, ondulado. Então eu perguntei se ela vendia fiado, e já sabendo a resposta, lancei naturalmente a proposta: "é só você anotar meu número". Acabou que eu anotei o número e o nome dela.
Quando fui ver no saposapo ela já namora. Realizei que mesmo sendo tímida, o vs de buceta é muito alto e já dá pra ela um passe livre pra ser, no mínimo, novata num grupo de boys de condomínio emergentes, mesmo sendo uma casta baixa.
Em resumo, tenho vantagem em microuniversos sociais de subúrbio, mas na faculdade é um contexto diferente. Também provei que social game é uma coisa muito óbvia para se pagar coachs matutos, sendo que qualquer um pode muito bem deduzir os mecanismos que regem o jogo social. Mas a real é que a base de tudo isso é ter dinheiro para as saidinhas. Apenas.
Um dos betas é suprabeta social, 1,83m, estagiário do BB, o que pode ser pouca bosta, mas naquele contexto de subúrbio é bem quisto. Quero dizer com isso, que não é preciso ser ator de malhação para ter um senso de valor, apenas demonstrar que você é um beta em desenvolvimento. O outro beta, por outro lado, não quer coisa com coisa, e por vezes ficava sobrando, então eu agi como diplomático, o incluindo na conversa em momentos pontuais.
Só essa bosta de ficar socado numa panelinha, em outras palavras, não ser visto sozinho, já te coloca no radar de mulheres, e teve um momento que uma pardinha submediana inventou pretexto de falar qualquer coisa com o suprabeta, para chamar minha atenção. Se eu continuar nessa "célula" devo usá-la de ponte pra chegar numa outra, de perfil uns 1,60m relativamente mediana, falsa loira caucasiana de uns quinze anos. Uma possível candidata à "ain best friend" para aparecer com frequência comigo em fotos conceituais pro instagram. Mas isso é besteira, não estou investindo sério.
Até aqui não reconheci nenhum shit teste ou barreira para comigo, visto que é um ambiente de "igreja", ou seja, forçado, e depois a maioria sabe que faço medicina.
Na faculdade, a hostilidade pode ser maior, devido à condição financeira dos patrícios. Dificilmente dá para começar de cima, mas talvez dê para ir galgando grupos de wojacks com menor vs. Vamos ver.
Já no outro dia, fiz o suprabeta social me pagar um açaí com sanduíche numa lanchonete, o que foi minha janta, e depois fomos à mocidade dessa igreja. Pulei, dancei, gritei,
Outra cena que vale a pena falar, foi quando estava lurkando na lanchonete de CT e passou uma putinha gamer vendendo brigadeiro de mesa em mesa. Perfil, uns 1,70m, cabelo curto castanho claro, ondulado. Então eu perguntei se ela vendia fiado, e já sabendo a resposta, lancei naturalmente a proposta: "é só você anotar meu número". Acabou que eu anotei o número e o nome dela.
Quando fui ver no saposapo ela já namora. Realizei que mesmo sendo tímida, o vs de buceta é muito alto e já dá pra ela um passe livre pra ser, no mínimo, novata num grupo de boys de condomínio emergentes, mesmo sendo uma casta baixa.
Em resumo, tenho vantagem em microuniversos sociais de subúrbio, mas na faculdade é um contexto diferente. Também provei que social game é uma coisa muito óbvia para se pagar coachs matutos, sendo que qualquer um pode muito bem deduzir os mecanismos que regem o jogo social. Mas a real é que a base de tudo isso é ter dinheiro para as saidinhas. Apenas.
Abraço do Futuro Alfa,
Até a próxima.


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