quinta-feira, 22 de setembro de 2016

O problema da falta de renda

Eu já tinha esse costume de espairecer um pouco os pensamentos observando a rua, costume dos serviços no EB. 

Madrugada adentro/afora, sonhava com lucros nas bibocas. Mas o projeto não deu muito certo.

Agora, o que sobrou foram dois fardos de potes plásticos largados em cima do armário, o carrinho adesivado que me custou uma fortuna, e agora empoeira no canto da sala, e uma caixa de leite condensando e outra de farinha láctea. Coisas que vendo-as pela casa, me bate o arrependimento de que se eu botasse tudo na poupança eu teria 70 conto de juros todo mês e uma tranquilidade financeira legal agora. 

O segundo plano para não ver minhas parcas reservas se acabarem era vender din-din esporadicamente em alguns locais, só para manter os gastos fixos sem mexer no montante. Como eu tenho pouco agora, há a preocupação de manter a conservação de meus passivos.

Plano C ─ concurso público. 

É devido à estes fatores que estou induzido agora a apertar o cinto e controlar os gastos à conta gotas. 

Tenho o suficiente para permanecer daqui até dez meses (almoçando em bandejão, quase-jejum finais de semana), sendo que antes disso começam as aulas e eu vou tentar uma bolsa na graduação. 

Faltam menos de 200 dias, estou contando esse prazo dia a dia, para ver as condições melhorarem enfim. Minha primeira opção que estou de olho é a do PICME, por que tenho direito. A segunda opção é uma bolsa normal tutoria/monitoria.


Forte abraço.

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