quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Acharei uma ninfeta virgem, apaixonada e fiel na igreja?

Esse tema já foi mais do que debatido nos fóruns da real e a máscara de exceção (que as mulheres evangélicas usam) já caiu “por terra” (haha). Mas, recentemente li um comentário de um anon, em algum blog parceiro ─ não lembro qual ─ em que o nego se impressionava com as loirinhas e ninfetinhas que se encontravam de mãos dadas com betosos, velhotes, homens totalmente incompatíveis física ou financeiramente com o nível de beleza da dondoca. Eu poderia citar aqui o exemplo, seja fake ou não, do Jhon Reese e a sua virgenzinha da igreja, para mostrar que a pose de moralista que elas usam com os betas da igreja, é uma hipócrita fachada. Qualquer santinha muda seus valores com o primeiro cafa endinheirado que a leve para um novo mundo, de luxo e aventuras.

Mas eu digo isso sem a pose de vegeta Clint Eastwood frio, másculo, viril. Pelo contrário, essa real também me abala nas estruturas. O beta é um ser carente, muitas vezes com déficit de relações sociais, não teve suas necessidades interpessoais supridas corretamente na juventude/adolescência. Eu até entendo a aspiração do anon “beta crente” de ser visto com uma ninfetinha loira no micro-universo social “fechado” de uma igreja, lugar onde os varões betosos tenham alguma chance com mulheres de qualidade (que no “mundão” são insanamente disputadas e assediadas por alfas, playboys, ricos, altos, shapes, etc). Não concordo com a parte de casar, e constituir família, entretanto. São outros tempos no mundo.

A parte que eu devo pontuar, até novas ideias, é que essas mocidade de igreja me parece ser o ponto inicial mais adequado para o ômega treinar alguma desenvoltura social. Não as baladas, óbvio, e não as festas e farras universitárias, onde todo cara está tentando alguma peguete, e notadamente por isso não há nada de especial mesmo que você consiga tascar um rolo qualquer com uma mediana. O relato do Reese, provavelmente era em uma igreja protestante, possivelmente a universal ─ porque lá que os jovens são coagidos a “evangelizar” (leia-se buscar mais frequentadores ofertantes). Mas na adventista e demais não tem essa pressão (eu acho) fora que tem uma mocidade mais específica, chamada “os desbravadores”. As vezes acontece uns retiros jovens, que é uma forma a mais de entrosamento.
Eu não entraria numa igreja protestante não mais para fazer um desenvolvimento social, já que como é deduzível, não tenho nenhuma (tenho pouca) experiência nessa área. A verdade é que não há desenvolvimento social sem ter destaque, no caso, mas me refiro ao fato de praticar voz, conversa, praticar reações pré-moldadas para determinadas situações, coisas desse tipo. Só para lembrar, eu nunca tive “moral” quando chegava para entrosar numas panelinhas lá dos irmãos, e podia-se ler a linguagem corporal deles me excluindo. Por que será? Será que agora, aparencendo lá, com o destaque de estudante de medicina o tratamento seria diferente? Talvez, mas pretendo testar esse ponto de vista antes de tirar conclusões. O que eu sei, por experiência, é que na hora do tapa dentro da igreja, a obreira-líder do corpo de jovens não tomou nenhuma providência na hora, sendo que o fato aconteceu na frente dela. Fez de conta que não viu. Quer dizer, o beta ou o ômega, pra sociedade, vale menos que lixo, e não será no meio evangélico que isso irá mudar.

A hipocrisia dos irmãos, a máscara deles, é tão nojenta que preciso deixar um adendo para o “anon crente” que postou o tal comentário dia desses aí. Sim, eu vi, no meio evangélico que frequentava, uma loira jovem, 19 anos, gata e gostosa, facilmente nota 8, casada com um zé com cara de pedreiro e voz fanha, bem abaixo do nível dela. Eles casaram cedo ainda, mas não durou. Ela fazia radiologia médica e não demorou para trocá-lo por um playba da mesma universidade, com uma condição razoável e cursando administração. O divórcio rolou, e ao invés dessa jovem obreira ficar “queimada” lá dentro com o corpo de ministério, as próprias obreiras casadas trintonas, ficaram comentando nas fotos do facebook, apoiando o estilo de vida que essa loira ninfeta agora está levando: com fotos de biquini na piscina, na hilux, viagens, uma postura mais moderninha no maior estilo “olha como sou gostosa”. Claramente as outras obreiras se auto-projetando no conto de fodas da loira ninfeta. Quanto ao zé, agora está namorando a prima da ex, porém uma bem mais submediana.

Sei que é difícil ver um negócio desses e não se decepcionar. Eu já fui apaixonado durante exatos dois meses por uma exótica de traços italianos, virgenzinha exceção da igreja. A ponto de fazer planos (platônico, ainda por cima). Depois fui ver ela de namoro com um boy, classe emergente, com estilo funkeiro largado, nas redes sociais. Não demorei para juntar os pontos e associar o comportamento para outra mediana lá dentro, realmente sem experiência com o sexo oposto, mas posso imaginar o que um Jhon Reese conseguiria com essa santa.
Os evangélicos deveriam ser os primeiro a dar o exemplo, teoricamente. Mas o que ando notando é que são mesmo outros tempos. E mesmo que a filha seja criada num lar bem rígido e conservador, é difícil não se contaminar com a influência “dazamigas” e modernices das novelas da Globo. A engenharia social está feita e está aí. São tempos interessantes no mundo (infelizmente ainda tem muito CSP) mas o primeiro passo para a degeneraçao está dado.

Sendo assim, a única utilidade do convívio em igreja é mesmo a prática de alguma socialização graduada, a fim de comprovar algumas demarcações. Pode ser que também sirva para network, mas a maioria dos “ricos” de igreja são empreendedores que se deram bem em vendas, os chamados “novos ricos”, gente sem nenhuma cultura, ou curso superior (não serve pra estabelecer Netwoork, a princípio). Namoros devem ser sumariamente evitados, pois é comum rolar pressão do pastor e famílias para casar logo, assim que a filha enconsta com algum trouxa, vale avisar.



Até a próxima.

8 comentários:

  1. Se você se introduzir nessas igrejas conta o relato

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  2. Medicina é a unica salvação?Prove...

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  3. cara,passar 6 anos vivendo o pão que o diabo amassou para ganhar só 10.000 como medico tó fora,sou mais empreender.

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    1. Medicina é a saída mais lixo para ascender socialmente. Um alfa mental não cogitaria passar dez, doze anos estudando pra então sentir um pouquinho da vitória porém numa carreira aritmética. Para os playboys e patys, medicina é apenas um upgrade, porque eles já estão com a vida feita.

      Se você acha que empreender é melhor, porque não mete a cara? Falar, até papagaio.

      Agora, quanto a carga horária anon, eu não sei ainda se vou meter especialização ou ficar de clinico geral. Mas é integral, e dura seis anos. Parece que a partir do quarto ano dá pra tirar um troco.

      De qualquer forma, 10k tá de boa. Se fosse só 5k também faria mesmo assim. Dinheiro não é tudo.

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  4. Qual é a carga horaria de estudo em uma falculdade de medicina.

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  5. http://omedicopoliticamenteincorreto.blogspot.com.br/

    Já leu esse blog?

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    1. Grande achado anon! E o cara é conhecedor da real, hm? Muito bom.

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  6. Acho bom pegar uma 4x4 e deslanchar esse interior brabo no bostil para achar uma dessas rs, infelizmente até as mais jovens no interior já estão contaminadas com o feminismo e hipergâmia feminina. Talvez tenha algumas naquelas comunidades eslavas que são mais conservadoras no interior do Paraná, vale a pena conferir mas eu não tenho muitas esperanças com isso não. Abraços.

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