
O brasileiro médio comum apatetado é um ser complexado, carente e viciado em punhetação pró-adulação do ego. Tenho visto medianos emergentes e classe média baby face mais ou menos ajeitados levando garotas para o parque e se sentindo superior por causa disso; macacos imundos indo à chácaras meia boca de fulanas que não tem merda no cu pra cagar, mentindo que são alpinistas sociais "bonzão" andando no rol da alta sociedade; negos carentes que descolaram uma mediana mais rodada que Garota de Programa universitária, contando vantagem de que a vadia está "se apaixonando", mesmo sendo clara, até mesmo para um chimpazé, a repetição de um script vulgarizado onde a garota, depois de firmar um acordo de sexo casual, tenta revertê-lo para namoro, afim de obter saidinhas bancadas pelo "isperto" feito de capacho social.
Todos esses aloprados sem noção não percebem que bastaria um filho de alfa financeiro morador de condomínio de luxo, onde só o quarto é maior do que a casa dos zés, e a decoração é feita por profissionais, com móveis sofisticados, de design exclusivo - não essas bostas quadradas de lojas populares estilo "Casas Bahia"- para monopolizar a atenção de todas as meninas do círculo deles e ainda de todo o local, quebrando namoros, rolos e relacionamentos mais rápido do que a moral da virgenzinha exceção-de-igreja diante da Land Rover do Jhon Reese. Eu sei muito bem que a probabilidade de um alfa financeiro pousar na camadas médias é rara, porque o alfismo é isso mesmo, o percentual mínimo. Mas com esse simples experimento mental comprovamos que o JPBF não está perdendo nada em rejeitar se iludir com bonobos que pagam de descolados sociais no facebook e só conseguem convencer outros bonobos iguais ou pior que eles, pois sabemos que eles precisarão arrumar empregos tão logo cortem-se a mesada paga pelos pais.
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| Ache o alfa da foto. " Beijinho no ombro pro recalque" |
Aquele, dentro os poucos, que conseguir conquistar a tão buscada IF, entrará no jogo tendo toda essa adulação de ego aí da plebe, com muito mais solidez e eficiência. O cara poderá, se quiser, tirar várias fotos em viagens internacionais, passar finais de semana em clubes descolados, festas, boates, tirar fotos em fazendas bonitas, participar de eventos, jantares, casamentos, etc. e sempre cercado de meninas absolutamente lindas, estilos atrizes teens de malhação, sem nenhuma dificuldade, pois todas elas se oferecerão para ficar com ele em rolos CASUAIS, SOCIAIS e SEXUAIS, sem cobranças, nem encheção de saco.
Do contrário, acompanhar o sucesso alheio com raiva e ansiedade, revela extrema carência de ser bem visto socialmente e fazer parte desse teatro de imediato. Contudo, fazer o social agora, com símbolos e espécies "falsas" de status, só trará prejuízo e frustração ao beta mediano - prejuízo de tempo que poderia ser usado para praticar o físico ou desenvolver habilidades de valor agregado; e frustração resultado de uma incapacidade amadora de lidar com uma situação que é bem contrária ao que gostaríamos que fosse, transformada em ansiedade exagerada que acaba nos levando a fazer merda.
Não vejo algo tão patético quanto gastar dinheiro que fará falta ao seu bolso, na tentativa vã de impressionar garotas mimadas acostumadas a extorquir paspalhos esperançosos de ter sexo fácil ou uma namorada pra contar vantagem "social". Aqui o individualismo é elevado ao máximo.
Gosto de ocupar o tempo livre aprendendo ou praticando habilidades que eu já deveria ter se tivesse nascido numa família da alta roda. Violão, inglês. Viagens eu ainda não posso bancar, mas posso ler sobre a cultura de outros povos. Mais a frente vou procurar saber sobre dicção, e fazer um curso de teatro free. Muitas das coisas aos quais aprendo serão úteis para aplicar na construção do alfismo social, ou seja, violão, canto, teatro, edição e gravação de vídeo, basicamente. Às vezes stalkeio os instagram de classes média alta e upo as melhores fotos no meu Flickr para alimentar a garra da busca pelo prêmio.
Digo isso porque depois de ter condições largas de aplicar o social, gostaria de compensar algumas coisas da juventude na vida adulta, na medida do possível. Não sei que mudanças na mentalidade de jovem para adulto hão de acontecer, mas não devem ser tantas visto que não pretendo casar.
É uma odisséia ter que passar por tantas dificuldades vindo de uma famíia pobre, mas tenho que superar e vencer todas elas, afim de curtir um mínimo possível de conforto, fartura, tranquilidade financeira, e sentimento de importância e valor.


Excelente postagem meu caro!
ResponderExcluirMuito bom!